Não vou lembrar de todos, e já me desculpo por esta inadimissível falha de memória. Minha primeira professora foi Alice Carvalho, na escola de Dona Chiquita do Carmo. Nem lembro o nome da escola. Dos colegas que lembro: José Maria Josino (Teuca), os gêmeos Manoel Lúcio Filho (Elsinho) e Francisco Marques Neto (Mete) e Isolda Fernandes, filha de Dr. Gentil. Separado desses vou colocar Pedrinho. Era uma peste e vai merecer uma crônica só para ele. Não sei qual a razão, mas na 4a série tivemos que mudar de escola. Os gêmeos e eu fomos para a escola da profa. Maria Felipe. Não sei dos outros. Na 5a série fui para a escola da profa. Geralda Cruz. Nesse ano não sei onde ficaram os gêmeos. Só sei que no meio do ano seguinte fui, juntamente com os gêmeos, fazer um “cursinho” de um semestre no Marista de Natal para fazer o exame de admissão. Lembro que a aprovação foi comemorada com muito orgulho. Fiz todo o ginasial no Marista ao lado dos gêmeos. No 3o ou 4o ano apareceu Jacinto Filho, que aparece nessa fotografia da minha turma da 4a série ginasial. Os Gêmeos estavam em outra turma. Jacinto é o primeiro, a partir da esquerda na fila de baixo. Eu estou ao lado dele.

Em relação a Isolda, que tinha uma inteligência privilegiada, pouco sei do que aconteceu depois da escola de D. Chiquita do Carmo. Sei que foi presa durante uma manifestação nos anos 1970, em frente à ETFERN, que andou por alguns países da América do Sul, que por lá casou-se, e nada mais sei.
Depois do ginasial fui para o Atheneu, atraído pela mísitca do movimento estudantil naquele iconográfico colégio.
De todos, os únicos que acompanhei até depois dos respectivos cursos universitários foram os gêmeos, Elsinho e Mete. Marques Neto foi, ou continua sendo professor da UFRN.

2 comments
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Fevereiro 21, 2009 às 6:31 pm
Othon Souza
Tive o privilégio de quando estudante do primário no Marista de Natal (anos 60), ter aulas de reforço em Português com Isolda. Ela era bastante jovem, bonita, possuidora de uma didática e paciência exemplares para comigo. As aulas eram na casa de dona Ritinha; localizada próximo a rua Jaguarari. Na esquina da rua funcionava a padaria Ipan. Aprendia rapidamente suas lições; me saí muito bem depois no colégio. Soube que ela residiu um tempo em Cuba; parece que graduou-se em Sociologia. Retornou ao Brasil e salvo engano, é professora hoje da UFRN em Natal. Falaram que a mesma se encontra casada com um antigo namorado brasileiro e é mãe de filhos.
Antes da partida de dona Ritinha, falei à mesma da admiração e respeito que tenho por Isolda. Passado alguns anos retornei ao AC. Nunca mais as vi. De Isolda guardo as lembranças de quando fui seu aluno, pois, depos deste fato nunca mais a vi.
Fevereiro 22, 2009 às 11:37 am
Carlos Alberto
Felicidade sua ter tido a Isolda como professora. Pela amostra que ela nos apresentou como aluna na escola de D. Chiquita, outra coisa não poderia resultar.
Alguém sabe por onda Isolda?
Ô Isolda, olhaí, tá todo mundo com saudade de você!