Tudo começou com uma provocação de um dos mais ativos memorialistas do bloque, nosso Doutor Honoris Causa (DHC) Antônio Fernando Miranda. Se espalhou entre um grupo de assíduos colaboradores e frequentadores do blogue e antes que a noticiássemos aqui, o jornal “O Mossoroense” (caderno Cidades, página 5) nos deu um verdadeiro furo, publicando a ideia no dia primeiro de abril, sem que esta seja mentira. É a mais pura verdade, estamos trabalhando, já com a colaboração de um batalhão de gente, articulado pelo nosso DHC, para organizarmos, em outubro ou dezembro, a Semana da Cultura Areia-Branquense.
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22 comentários
Feed de comentários deste artigo
abril 3, 2011 às 7:26 pm
Ricardo Calazans Duarte
Carlos, acho a idéia brilhante e pode contar com minha ajuda.
abril 3, 2011 às 7:59 pm
Carlos Alberto
Maravilha, Ricardo!
Vamos precisar mesmo de um batalhão de colaboradores para garantirmos o sucesso do evento. Logo, logo a coisa vai se encaminhar para uma fase mais objetiva e operacional, com voluntários se responsabilizando por tarefas específicas. Vamos aguardar as ordens do Chefe Miranda.
abril 3, 2011 às 10:06 pm
Sara Fracchia
Achei uma iniciativa louvável e necessária, com tanta gente e características próprias da terra a serem colocadas em destaque. Há 1 ano e 7 meses partiu desta terra um grande músico e compositor de Areia Branca, que tanto cantou neste munndo a sua terra pela qual foi sempre apaixonado, TICO DA COSTA. Tomara que desta vez ele nao passe desapercebido, em um evento como este tao apropriado. Estou disposta a dar todo apoio que for necessário sobre ele, como parte deste evento!. Excelente iniciativa!. Sara
abril 3, 2011 às 10:20 pm
marconi dutra
Vamos todos nos envolver e contribuir para a realização deste importante evento.
Contem comigo
Marconi
abril 3, 2011 às 10:27 pm
Carlos Alberto
De modo algum deixaremos de fazer a devida reverência a Titico de Dijesum, como o chamávamos antes de sua consagração artística e da incorporação do seu nome artístico Tico da Costa. Tenho profunda ligação afetiva a essa família. Quando criança, nossas semelhanças físicas produziam confusões em AB. Tinha gente que pensava que eu era filho de Dijesum, e gente que pensava que Ribeiro, irmão mais velho de Titico era filho de Clodomiro, meu pai. Laurinho, primo de Titico, meu amigo de infância, quase irmão, participará do evento, tenho quase certeza, e deverá preparar um belo depoimento.
abril 3, 2011 às 10:28 pm
Carlos Alberto
Até porque, Marconi, foi você quem primeiro plantou a semente, com o encontro de 2009.
abril 4, 2011 às 5:16 pm
Antonio Jose
VAMOS LOCALIZAR O LIVRO DE JOSE ALEXANDRE MOSSORO URBE E ZONA.
abril 6, 2011 às 7:06 pm
Edivanda Pereira
Ola Pessoal!
Bela iniciativa, digna de sábios, vibrei com a noticia, vou espera anciosa por esse grande feito, desde já me coloco a disposição de todos para ver efetivado esse valioso projeto cultural. Sou uma eterna apaixonada por minha terra, linda, encantadora Areia Branca.
Abraços culturais: Edivanda Pereira
abril 7, 2011 às 12:01 am
Carlos Alberto
Que bom, Edivanda, poder contar com a sua colaboração. Obrigado.
abril 15, 2011 às 11:48 am
marconi dutra
Sabemos que temos conterrâneos morando em várias outras cidades e que gostariam de participar deste evento e reencontrar velhos e bons amigos.
Daí seria importante que a data fosse definida
Marconi
abril 15, 2011 às 11:56 am
Carlos Alberto
Concordo absolutamente. Pelo tempo que necessitaremoa para realizar o trabalho que teremos e pela relevância da data, talvez a escolha mais apropriada seja o dia da padroeira, 8 de dezembro.
abril 16, 2011 às 1:12 am
Jerônimo
Como estão comentando sobre pessoas importantes em Areia Branca, vou falar de uma muito importante para mim a quem tenho eterno carinho.
Zé Lagatixa
José Luiz da Silva, nasceu em Areia Branca em 1906. Tinha a cor morena, cabelo liso, mulato, nadava muito, era muito alinhado e cativou a minha avó Antônia que se casou com ele. Era marinheiro e em uma viagem foi até o Rio de Janeiro, na Praça Mauá, fato que ele sempre contava como se fosse uma façanha épica típica de um titã.
Tocava pandeiro provavelmente lá para as bandas de Honorina, morava na Rua 30 de setembro (r mestre Silvério Barreto… não sei por que mudaram o nome da rua).
É cediço que em Areia Branca havia a rua da frente, a rua do meio e as outras ruas… Da Rua 30 de setembro seguindo a esquerda chega-se ao Grupo Escolar Conselheiro Brito Guerra e a direita dava na baixa da maré, ou podia-se entrar também numa travessa para a rua das almas.
Do lado direito da casa da minha avó mora/morava Guiomar de João Barbeiro, em seguida Rosária. Do lado esquerdo!… Bem!… A casa da minha avó tinha a frente para a Rua 30 de setembro e fundos para outra rua (não lembro o nome dessa rua)…
Do lado esquerdo era o final da quadra onde várias casas faziam fundos com o terreno da minha avó: 1ª a venda do Dão/Dona Carmelita; 2ª bodega de Seu Raimundo pai de Enedina; 3ª a casa de Louro/Rita de Louro e 4ª casa de Mundico/D. Edite( havia mais 3 casas que não me lembro de quem).
Minha Avó Antônia não tinha filhos então criou a minha mãe Jovina Joana a partir dos sete anos de idade.
Voltando, Zé Lagatixa tocava pandeiro. Inicialmente nos primeiros anos eles viviam muito bem, mas como todos sabem quem toca pandeiro, bebe, é difícil não beber, assim Zé Lagatixa, que não bebia, um dia tomou um porre, e chegou bêbado em casa, daí em diante a minha Avó não teve mais sossego.
Ele não embarcou mais, então foi trabalhar em Porto Franco, no gesso. Quando chegava saia e ia toca pandeiro e vinha depois para casa curtir o porre, caso que se tornou cada vez mais freqüente.
No trabalho na extração de gesso que reflete o sol nos olhos, sem ter equipamento de proteção, com o agravante de noites e noites sem dormir teve problema na vista, não tratou, nem tinha como, daí aos 40 anos aproximadamente ficou cego. A minha mãe com 12/13 anos, viveu junto com a minha avó esse drama.
Ele cego é aposentado pelo IAPTEC e a vida continuou.
A minha mãe com 16 anos casa com Manoel Marcelino que também era marinheiro, da união nasce em Areia Branca sete filhos, eu o primeiro, o primogênito, praticamente fui criado pela minha avó Antônia e Zé lagatixa.
E o Zé Lagatixa, continuou tocando pandeiro, tomando porre, mesmo cego andava por todas as ruas de Areia Branca, depois de 80 anos teve cirrose hepática e parou de beber, minha avó nunca desistiu dele que morreu com 88 anos.
Depois, a minha avó Antônia veio para Guarujá/SP junta-se a sua filha, netos e bisnetos.
abril 16, 2011 às 8:35 am
Carlos Alberto
Jerônimo, vamos fazer com esse comentário o mesmo que fizemos com o primeiro comentário de Dodora, sobre sua querida avó Zefa, e o popularíssimo Pedro de Zefa. Zé Lagatixa vai ter uma crônica com seu texto. Obrigado!
abril 18, 2011 às 9:01 am
jeronimo
Olá Carlos Alberto, agradeço. Com certeza os dois Pedro e Zé, viveram o mesmo espaço, no mesmo tempo. Naquela Areia Branca mágica que devagar foi se afastando do mundo, e sem ninguém perceber tornou-se invisível, hoje é muito difícil chegar nela.
Onde andará, Pedro de Zefa, Zé Lagatixa, e mais um, não menos importante João de Flôr.
abril 20, 2011 às 12:45 am
Jerônimo
Sonhar é viver. Sonhar acordado. Dormi e sonhar.
Estava em Areia Branca caminhava e afundava o pé em cada passo que dava na areia quente, estava passando perto do Mercado do Peixe, e a cada 100 metros parava um pouco para descansar, estava muito alegre caminhavam comigo minha mãe, minha avó Antônia, meu avó Zé Lagatixa; e um dos filhos de Rita de Louro.
Não me lembro de qual o filho de Rita de Louro caminhava com a gente podia ser Willon, ou Washington.
Já vinha de longa caminhada da praia até ali, trazíamos mariscos (taioba), naquele dia estavam muito pesados os sacos que carregávamos, portanto a pescaria na praia tinha sido boa, meu avô levava a carga maior e eu caminhava junto dele fazendo vez de seus olhos.
Passamos despercebidos por todas aquelas ruas fantásticas: rua da frente, rua do meio, silva jardim, e chegamos à rua 30 de setembro na casa da minha avó. Em seguida, a taioba foi lavada, e colocada em um caldeirão que foi levado ao fogo em um fogão a lenha (a cavaco), logo as cascas das taiobas se abriram e era a hora de catar o fruto saboroso e comê-lo.
Terminado o almoço com Taioba, meu avô ficava em uma cadeira que tinha um nome de espreguiçadeira, por pouco tempo, porque depois ele ia para o quintal para consertar qualquer coisa, ele sempre estava fazendo alguma coisa.
As taiobas eram primeiro extraídas (tiradas da areia) depois, íamos para o banho de mar, primeiro o trabalho, depois o lazer.
Eu estava aprendendo a nadar e meu professor de natação foi, nada mais nada menos, Zé Lagatixa na praia de Areia Branca. Ali não havia perigo de afogamento, pois se podia andar da praia para mar adentro por centenas de metros e a água só atingia a canela, mas mesmo assim meu avô recomendava cuidado com os buracos e com as caravelas (águas vivas) que queimam.
Naquela época o meu pai Manoel era pescador e ficava às vezes até três meses fora em alto mar para a pesca de peixe-voador, quando vinha trazia bastante desse peixe uma parte salgado e outra partem para tratar. Nos intervalos em que não havia fartura a gente tinha que se virar. Os amigos do meu pai que lembro eram Zé Viega e seu Onofre, os mais próximos. Seu Onofre era casado com Terezinha, tinha duas filhas, uma delas era Neide (muito bonita), e um filho que não lembro o nome, talvez Hilton ou Ailton.
Com a barriga cheia, eu ia para a casa da minha madrinha: Severina Ramos de Aquino, ela era casada com Cícero Tomaz, primo de meu pai, eles não tinham filhos.
Minha madrinha sempre me tratou bem. Ela tinha uma casa com um quintal muito grande e com muita planta, tinha cacimba e cisterna, a casa dela fica na esquina da rua Machado de Assis, com a rua do sindicato dos estivadores. Sempre quando podia e batia a saudade Eu ia até lá, era garantido um pedaço de bolo com goiabada, e conversava bastante com ela, já Cícero Tomaz era muito fechado e quase não falava, só cumprimentava.
Depois a madrinha começou a criar uma menina que se chama Ana, daí é tudo que sei, pois viajamos para Santos.
Uma pessoa que sempre lembro é de Rita de Louro, pois parte da minha infância foi compartilhada na casa dela, posso até dizer que tinha quatro casas em Areia Branca em que eu podia ser encontrado facilmente: a casa da minha avó Antônia; a casa da minha mãe que ficava em frente à casa da minha avó; a casa de Rita de Louro que fazia fundos com o quintal da minha avó; e a casa da minha madrinha Severina, se não estivesse em nenhum destes lugares estaria nas camboas para o lado da baixa da maré, nadando em alguma porta d’ água.
Rita de Louro era uma mulher que nasceu numa época, mas ela estava muito a frente do seu tempo.
Depois de tudo a vida me fez virar pedra, quando sair de Areia Branca eu já havia me transformado em pedra. Somente como pedra se pode deixar tudo para traz e seguir um caminho sem volta…
1-Mercado do Peixe; 2- pé afundava na areia; 3- Vó Antônia; 4- Zé Lagatixa; 5- Rita de Louro; 6- Willon; Washington; 7- Taioba 8- Caldeirão 9- fogão a lenha (cavaco) 10-espreguiçadeira 11- peixe – voador
12- Zé Viega
13- Seu Onofre, Terezinha, Neide, Hilton??
14- Severina Ramos de Aquino, Cícero Tomaz (??mestre de rebocador??)
15- Rua Machado de Assis/R do sindicato dos estivadores
16- Porta dágua./baixa da maré.
maio 3, 2011 às 11:43 am
dodora
Jeronimo e todos os amigos deste querido blog.
Cheguei ontem de uma viajem maravilhosa, porem bem cansativa.
Estava esperando para me recuperar da diferenca de horario(6 horas) e comecar a participar do blog com comentarios.
Porem a historia de Ze Lagartixa, nao pode esperar.
Ele e o segundo marido de Vovo Zefa, que eu considerava meu avo, O Pedro Jacare, deviam ser bons amigos, pois a vida era bem parecida.
Felizmente minha avo emigrou para o Rio de Janeiro, antes que Pedro acabasse com ela e toda a familia(Vovo contava que quando ele chegava bebado ,feixava as redes onde as criancas estavam dormindo e amarrava com corda.Depois pegava o acoite que batia nos cavalos e batia nas criancas que estavam ja dormindo.
Tambem batia em Vovo e pegava a comida que estava em cima do fogao e enterrava no fundo do quintal, com panela e todo
So por maldade.
Ele pode ter sido uma pessoa folclorida, em AB e nunca foi mal para mim.
Mas era um homem muito perverso para os filhos e enteados.
Minha avo era uma santa , igual a sua e infelizmente naquele tempo existia muitos Pedro de Zefa e Ze Lagartixa.
E bom ter uma pessoa igual a voce , que como eu conta a verdade do seu passado, com orgulho de ser areia-branquense.
Espero que voce continue dividindo conosco todas as suas memorias.
Com que idade voce saiu de Areia Branca e em que ano?
Um abraco
Dodora
maio 3, 2011 às 8:11 pm
Jerônimo Silva
Dodora é honra para mim ter uma palavra sua.
Nasci em Areia Branca, como minha avó dizia, no tempo das lamparinas, da escuridão. Permaneci no torrão até 1970, tinha aproximadamente (13) treze anos quando deixei a cidade e vim para Santos.
Conheci o Pedro Jacaré; assim como o meu avô Lagatixa, era uma ótima pessoa.
Meu avô quando estava sobrio não tinha pessoa melhor, da melhor qualidade. Ele não bebia sempre, mas quando bebia era um Deus nos acuda.
A história é muito longa, a mãe de Zé Lagatixa bebia muito, morreu da pinga, no entanto Zé Lagatixa, não bebia, mas gostava de tocar pandeiro daí…
A minha mãe Jovina Joana foi entregue para ser criada pela minha avó Antônia com 7 anos de idade.
- O pai da minha mãe foi Irineu Pereira Maia e sua mãe Joana Ferreira da Silva , minha mãe nasceu em Areias no Ceará, hoje Icapuí/CE, o meu avô, de sangue, morreu de uma forma que até hoje não foi bem explicada.
- A pouco tempo, jan/2011, o meu irmão, George, compareceu neste local, encontrou uma irmã da minha mãe Maria Quitéria na comunidade de Berimbau que pertence ao município de Icapuí/CE, ela teve 14 filhos. Todos estão bem, assim tanto a minha mãe, como Maria Quitéria, minha tia, conseguiram superar os entraves mais difícies da vida.
A minha Avó Antônia tinha uma irmã, tia Tica, casada com João de Flôr que também declarou guerra a pinga, morreu e não acabou com ela.
Percebe-se que os casos semelhantes são muitos, deixando rastos que perpetuam os seus efeitos por gerações. Dizem que bebem para esquecer, depois esquecem por que estão bebendo.
Eu não bebo, nem fumo. Era o que meu avô, Zé Lagatixa, devia ter feito para quebrar o ciclo iniciado pela sua mãe.
maio 4, 2011 às 10:44 am
Antonio Fernando Miranda.
Dodora que prazer tomar cnhecimento do seu retorno. Como voce e o Jeronimo descreveram muito bem a situação daquela época, e tendo conhecido os 3 (Pedro de Zefa, Zé Lagartiva e João de Flor), nada mais tenho a acrescentar, a não ser, dizer que se fosse nos dias atual, os 3 estariam “ferrados”, pois a Lei Maria da Penha, não brinca com homens que maltratam as mulheres. Um grande abraço a todos.
maio 4, 2011 às 12:47 pm
dodora
Alo amigos.
A Lei Maria da Penha deve ser uma lei nova no Brasil.
Mas tenho certeza que ela devia ser mundial, porque em toda parte do mundo existem, Pedro de Zefa.
Eu sempre gostei dele e na verdade tinha pena, e nao tinha maturidade para entender a frustacao da familia
Hoje com mais conhecimentos da vida, entendo o rancor que todos tinham dele.
Mas tambem entendo que o alcoolismo e uma doenca que tem que ser tratada, como qualquer uma outra.Mas a pessoa tem que querer.
A pouco tempo li um livro em ingles, escrito por um padre, com o titulo
VOCE E O UNICO QUE PODE FAZER, MAS NAO PODE FAZER SOZINHO.
Mas naquele tempo, a vida era tao diferente, e muitas pessoas se perdiam no caminho .
Porem o ser humano tem os seus demonios, que se aproveitam quando alguem que bebe ,perde o poder do julgamento das suas acoes.
De certa forma, creio que estava escrito no destino de Vovo e toda a familia ir para o Rio de Janeiro.
Fazendo isto , ela deu oportunidade a todos de terem uma melhor situacao financeira, e de uma forma o outra, Pedro contribuiu sem querer, para que a familia progredisse com a imigracao para o Sul
Por isto considero a minha avo um heroina.
Obrigada por me darem a chance de expressar no blogo, os sentimentos
que guardo, sem rancor e com muito orgulho de ser areia-branquense.
Abracos a todos
Dodora
maio 28, 2011 às 8:12 pm
Sara Fracchia
Ja esta confirmada a semana de cultura areia-branquense? Gostaria de saber mais sobre isso!
maio 28, 2011 às 8:27 pm
Carlos Alberto
Está tudo caminhando normalmente para a realização da Semana da Cultua Areia-Branquense na semana de 4 a 10 de dezembro. Deveremos ter uma homenagem à altura da obra artística de Tico da Costa.
outubro 28, 2011 às 11:06 pm
sonia
Oi gente
.Embora não conhecendo todos, desejo muito participar desse evento. Creio que será algo inesquecível para todos nós, que amamos esta terrinha de tanta gente maravilhosa, inteligente e amiga. Aguardarei ansiosa pelo acontecimento.
Sônia.