Máximo Rebouças é um jovem e idealista professor. Criou e mantém, com seus próprios recursos, a instituição-título desta mensagem. Vale a pena visitar e conversar com o professor Máximo. Fiquei convencido disso depois que vi a entrevista que ele deu ao Carlos Júnior.
Entrevista de Máximo Rebouças, dada ao professor Carlos Júnior – Parte 1 e Parte 2.
http://portalcostabranca.blogspot.com/2008/10/o-blog-visitou-o-museu-casa-maximo.html - O portal apresenta fotografias de alguns objetos do museu. Além disso, vale a pena circular pelo sítio em busca de registros históricos interessantes.


11 comentários
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março 10, 2009 às 9:56 pm
carlos francisco borges neto
eu me emosinei quando vi as fotos que o maximo divolgo a foto de seu luiz as palmatora eu com as cartilhas
o projetor do cine sao raimundo conheço como a palma da minha mao pois eu so asistia filme la emcima na sala de projeçao.
quando comecei assistir filme o cine sao raimundo era de raimundo costodio que tambem tinha uma torefaçao. era o melhor cafe de ab cafe sao raimundo ainda me lembro como era o rotulo no pacote de cafe.
o cine coronel fausto nao e do meu tempo de quem era esse cinema?
seu luiz alves ainda esta no meio nois.?
essa cadeira de dentista se foi do doutor celsinho eu passei por ela e chorei muito.
essa bandeira e bandeira de areia branca?
abril 17, 2009 às 7:00 pm
carlos francisco borges neto
amigo tenhos umas fotos como faço pra publica
junho 27, 2009 às 10:17 pm
Marcelo Dutra
Amigos
Tive o prazer e a honra de visitar esta grande obra do professor Máximo Rebouças. É um trabalho que engrandece. O Museu é um fato marcante para a cidade, ainda mais se for levada em consideração a dificuldade, a luta incessante e o sacrifício erxperimentados pelo prof. Máximo na construção e manutenção desta obra. Pena que as autoridades municipais não estejam ajudando. Faço aqui um chamamento a todos os filhos da terra para contribuirmos como doações de peças para o museu e de dinheiro para melhoria das instalações e manutenção. Areia Branca agradece!!
dezembro 23, 2009 às 6:08 pm
Roberto Miranda de Souza
gostaria de externar minha solidariedade ao meu amigo Máximo Rebouças, pelo excelente iniciativa e trabalho desenvolvido em nossa querida terra quando da criação do Museu que leva o seu nome, e além disso solicitar humilde mente a tds os Areiabranquanses que apóiem esse tão nobre iniciativa, senhores Governantes ajudem esse que é o mais nobre projeto de vida e de dignidade da cidade de Areia Branca, se isso não dá votos, mais dá dignidade a nossa Cidade, pois um povo sem um Museu é um povo sem memória, parabéns meu caro amigo Máximo pela brilhante iniciativa e que DEUS te ajude nessa empreitada.
dezembro 25, 2009 às 11:23 am
Luiz Neto
A verdade é que os governantes e aqueles que pretendem ser não valorizam a cultura e a história da nossa cidade. Sem falar no legislativo que é feito por pessoas de mente fechada sem idéias próprias e que sequer fazem um requerimento reconhecendo aquela Casa como utilidade pública!
Não somente em Areia Branca mas em todo o país precisamos governar sem olhar a visão política partidária da pessoa que está a frente desde que o mesmo traga beneficios para a população e preserve a memória da cidade.
Fica o apelo para que políticos da cidade olhem para aquela obra. Vejo cidades menores que Areia Branca que valorizam a cultura ajudando de forma direta e indireta na manutenção de casas de cultura e museus semelhantes ou menores no número de peças em acervo e que são um verdadeiro sucesso atraindo turistas.
dezembro 28, 2009 às 10:24 pm
mirabeaux Dantas Filho
Acompanho a estória do meu amigo Máximo Rebouças no que diz respeito ao Museu que ele continua implantando. É uma estória de luta e abnegação dele e tambem de descaso da parte de vários prefeitos que passaram por Areia Branca.
Viva Máximo !
Abaixo a IGNORÂNCIA!
Mirabô
janeiro 23, 2010 às 6:04 pm
Pedro Felipe Sobrinho, Deputado Classista « Era uma vez em Areia Branca
[...] da doação ao Casa Museu Máximo Rebouças, dos documentos aqui referidos. [...]
fevereiro 19, 2010 às 7:40 pm
Alcindo de Souza
Ao visitar o Museu criado pelo professor Máximo Rebouças, fui tomado por dois sentimentos distintos: primeiro, tornei-me mais orgulhoso ainda de ser areia-branquense (nascido em Pernambuquinho) ao constatar que o valiosíssimo material adquirido por Máximo em seu hercúleo trabalho de garimpagem de fragmentos históricos retratam com fidelidade boa parte da história de Areia Branca; o outro, uma enorme decepção com o absoluto descaso do poder público municipal a uma iniciativa de tão grande significado para a cidade e seu povo. Em meio a uma inevitável indignação, permito-me expor uma idéia ou sugestão: por que não se trabalhar um projeto público privado que contemple a ampliação vertical do Ivipanim Clube, preservando o clube mas acolhendo em um segundo pavimento, o Museu Máximo Rebouças e uma Biblioteca? Fica o apelo.
março 15, 2010 às 10:22 am
Sérvulo Caetano
Conheço o trabalho do Prof. Máximo a muito tempo e sei de sua luta pra manter viva a memória do povo areiabranquense. Até já presenciei o mesmo querendo “comprar” peças para engrandecer o seu acervo e terem lhe negado a proposta. Falta o reconhecimento, falta o empenho dos gestores públicos. Abram suas mentes! O retorno às origens emociona, como prova os depoimentos dos filhos ilustres desta terra. À LUTA IRMÃOS!
agosto 7, 2010 às 4:19 pm
Ana Rolim
Com a perseverança de Máximo, ele fará a Casa Museu um dos maiores orgulhos de Areia Branca.
janeiro 10, 2011 às 1:02 pm
FRANCISCO FERREIRA JUNIOR
Eu mesmo fiz uma doação ao museu do meu amigo pessoal, pois fica a história viva de um povo e seus antepassados e não estória como diz Mirabeaux se relacionando aos políticos de nossa cidade que só pensa em engrandecer o seu patrimônio e não o cultural que é mais importante.