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Com a diferencia de apenas um ano, conheci e estudei com Jairo no Brito Guerra, onde tivemos como professoras, Dona Edite Belém, dona Alice de lalá, Dona Chiquita do Carmo (que depois veio a ser minha comadre), dona Lidia de João Jacinto, dona Francisca Alcântara, e outras. E nos alegrava o toque de sineta dado por Dona Inês, anunciando à hora do recreio.

 

E continuamos amigos na Escola de Comercio, que também funcionava no mesmo prédio, e tivemos como professores, Dr. Gentil, que sempre afirmava ser um herói, por ter criado dez filhos. Dr. Celsinho, Dr. Vicente Dutra, e outros que não me recordo. Por conta de um casamento precoce, fui obrigado a deixar os estudos, para poder ganhar recursos para criar o filho.

 

Jairo continuou os estudos na Escola de Comercio, e concluiu o que chamamos de hoje de 2º grau, no Colégio União Caixeral de Mossoró. Trabalhou como operador no Cine Cel. Fausto. Em 1955, prestou exame e foi aprovado na Base Naval de Natal, como Praticante de Prático dos Portos de Natal, Macau e Areia Branca. Em 1962, foi eleito Vereador.

 

Em 1964, após “a redentora”, fui residir no Rio de Janeiro, e nunca mais tive contato com Jairo, porem acompanhava sua trajetória política, através de noticias vindo da boa terra, onde inclusive foi Prefeito da cidade.

 

Após embarcar no Rio de Janeiro, vim a Natal algumas vezes, porem nunca tive o prazer de encontrá-lo como Prático responsável pela atracação do navio, como aconteceu com Carlito de Zé Monte, e Zé Antonio de Constancia.

 

Quando vim residir em Fortaleza, era quase uma obrigação ir a Areia Branca quatro vezes ao ano. No carnaval, em junho (férias de minha filha que ainda estudava), festa de agosto que dispensa comentários, e fim de ano. Durante todo esse tempo, tive dois encontros com Jairo. No carnaval de 2009, encontrei-o casualmente nos cruzamentos da Rua Silva Jardim com Deputado Manoel Avelino. 

 

E por ocasião do lançamento do seu livro Silhuetas do Tempo, em que fui especialmente por este motivo, cujo autógrafo escreveu: O ANTONIO FELIPE (era assim que ele, Nelson Custódio, Sérvulo Araujo e outros me chamavam), QUE MORA EM FORTALEZA RECEBA UM ABRAÇO DO VELHO PRÁRICO. Seguido de sua rubrica. 

 

São estas as lembranças que tenho de Jairo de Ana paulino.

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No século passado, casava-se Felinto Anunciato Azevedo, e Maria Joaquina Azevedo. Desta união nasceram 10 filhos, sete homens e três mulheres. Destes, Manoel, João (João de Hélia), Geraldo (adim) e José (dedé), seguiram na vida marítima, a exemplo do pai. Geraldo e José, chegaram a conhecer algumas cidades do exterior. Amilton (Mitom) e Felinto (Timtim), de certa forma também seguiram também a carreira marítima, pois Amilton trabalhou na Comissão de Marinha Mercante (posteriormente Sunamam), e Felinto trabalhou em escritório de empresas de navegação.

 

No esporte, Luiz, Felinto e Dedé foram craques no futebol, enquanto Amilton optou pelo vôlei e basquete.

 

Naquela época, as mulheres ao casarem tornavam-se apenas dona-de-casa, e assim Luzia, Francisca Brito (Tica) e Maria de Lourdes (Dudú), foram três delas. Porem quebrando esse tabu, Maria de Lourdes (Dudu), conciliou a vida caseira, com a profissão de professora caseira, como se dizia na época, alfabetizando muitas crianças.

 

Quando fui residir no Rio de Janeiro, e ao embarcar em navio de longo curso, em uma das viagens a Fortaleza, sabendo que Amilton estava residindo nesta capital, fui ao seu encontro na Sunamam, que ficava na avenida Monsenhor Tabosa, apesar de ter o seu endereço na Barra do Ceará. Isto devido o pouco tempo disponível, e o pouco conhecimento da cidade.

 

Após conversarmos e lembrarmos a nossa terra, ele perguntou qual seria o próximo porto. Informei que era São Luiz (Ma.). Imediatamente ele passou um Telex, para o Aroldo, funcionário da Sunamam de lá, e seu amigo, pedindo que quando o navio chegasse lá, ele fosse cais ao para me dar as boas vindas, já que eu não conhecia São Luiz. E na mesma hora recebeu a resposta que já estava me aguardando. E quando o navio lá o chegou já estava no cais me aguardando, e foi um excelente guia turístico.

 

Na viagem seguinte, ele me levou na casa de Maria de Ozelita, (naquela altura, Dra. Maria da Conceição Azevedo Fontenelle), que morava com seus quatros filhos, na casa de dona Dolores sua sogra á Rua Costa Barros 1252, bem próximo da rua Ildefonso Albano.

 

Já aposentado, vim residir em Fortaleza, quando tive a oportunidade de revê-lo e conhecer parentes que não conhecia. Tive a oportunidade de participar das Bodas de Ouro dele, que sem dúvidas foi uma festa maravilhosa, organizada por sua filha Arlete. 

 

Tempos depois, recebi a noticia do falecimento de Dedé, e posteriormente de Felinto em Areia Branca. Ficando assim dos dez, apenas Geraldo e Amilton. Depois Geraldo partiu. E no dia 18/08/2017, partiu o ultimo dos dez, que no momento me veio à lembrança do filme O último dos moicanos. Lamento por motivo alheio a minha vontade, não ter o acompanhado a sua ultima morada, como fiz com Geraldo, Mundinha, Maria e Ozelita. 

 

Sempre a partida de um ente querido, deixa seus familiares e amigos pesarosos, apesar de ser este o caminho de todos que aqui se encontram.

 

Se no plano terrestre o dia 18 de agosto foi dia de tristezas e sentimentos, no plano superior foi um dia de alegria e surpresa para ele. De alegria porque estavam no Tirol de lá, os seus pais, irmãos e amigos aguardando a chegada da lancha Santa Isabel, que conduzia o ilustre passageiro. E de surpresa, pois lá se encontravam também Manoel Liberalino, Telé, Zezito, Josimar e Chico de boquinha, Carlito de Zé Monte, Zé Antonio de Constância, Wilson Etelvino, vestidos com a camisa de vôlei da equipe areia-branquense, que disputariam uma partida contra a ADP de Mossoró.

Um livro secular. Em 1885, o jovem José Joaquim de Mendonça, que depois seria meu avô materno, por ser católico fervoroso, comprou os livros Antigo e Novo Testamento. Esses dois volumes eram apenas de gravuras.

Lembro que ainda muito pequeno, durante a Semana Santa, ele reuniu os netos todos sentados no chão da sala da casa onde é hoje a Papelaria Brasília, e ia descrevendo os fatos ocorridos em cada gravura. Naquela época, os católicos não comiam carne durante toda a semana. Não se varia a casa, na sexta feira santa, não se fazia barba e tampouco se cortava o cabelo.

O livro por serem dois volumes, ele usava o primeiro, por tratasse do começo quando Deus criou o mundo, a primeira figura era de Adão e Eva sendo expulso do paraíso. E assim, durante toda a Semana Santa, mantinha todos seus netos informados sobre o que ocorreu na criação do mundo.

Após sua morte, como ele morava conosco, minha mãe guardou com muito carinho os mesmo. Após o falecimento dela, como ela morava com nossa irmã Socorro, esta se encarregou de guardá-los. Com a morte desta, fiquei com esta incumbência, e combinando com a minha irmã que aqui reside, decidi que na próxima oportunidade quando for a Areia Branca, doarei ao Museu Maximo Rebouças.

O que me impressiona neste livro, é que passado 132 anos, as gravuras estão perfeitamente visível, não demonstrando ter tantos anos. E também a explicação deixada do próprio punho por minha saudosa mãe, quando ela diz: RECORDANDO COM SAUDADES OS DIAS FELIZES DA MINHA INFÂNCIA, CONSERVO COMIGO ESTE LIVRO QUE FOI DE MEU PAI. É UMA LEMBRANÇA ETERNAMENTE, DE 1885. ANA MARIA DE MIRANDA. Isto ela escreveu em 1960, conforme podemos observar na foto.

capa do livro

Por ser um livro histórico para a família, não devo arriscar que o mesmo se perca no tempo.

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Desde que passei a residir em Fortaleza em 1988, que a festa dos Navegantes era imperdível. Não propriamente pela festa, pois ela é minha velha conhecida. Porem para rever parentes e amigos que lá residem, bem como reencontrar alguns amigos residentes em outros estados, que iam para a festa com o mesmo objetivo.

Nessas festas, reencontrei amigos como Geovane Abreu, residente em Maceió, e que algumas vezes quando na ativa, o navio ia naquela bela cidade, o encontrava, por ser ele Conferente de carga naquele porto. Em uma dessas festas reencontrei na casa de Luzia de Regina, a viúva de Brandinho, (Hildebrando Soares de Amorim, residente em Santos-SP). Em outra, reencontrei Maria José de Guará, que graças a ela, ainda pude rever o meu saudoso amigo Guará (Francisco Germano Sobrinho), que residia em Natal.

Reencontrei também, Belezinha (Maria Madalena Souza Silva), viúva do saudoso José Antonio da Silva, que era Prático do Porto de Natal, bem como conheci seu filho Izídio Manoel.
Doutra feita, de uma só “cajadada”, conheci os irmãos Dutras, Ricardo o neto de seu Dimas (Dimas Pimentel Ramos), e reencontrei sua tia Vânia, Sonia Ribeiro, dois filhos de Zé Silvino, (Dr. Evaldo grande colaborador deste Blog, e seu irmão Mauro), Aldo de paizinho (Braz Pereira de Araujo), e meu primo Chico Brito, que denominei de um reencontro de ouro.
Em agosto de 2014, reencontro, meu grande amigo e compadre Manoel Bandeira residente em Mossoró, bem como uma grande amiga, a Professora Cici Cirilo, que residia, ou ainda reside em Santa Catarina. Na mesma ocasião, reencontro também Alvinho (Álvaro Antonio de Souza) de Antonio barbeiro, que por ter estudado por correspondência, no Instituto Universal Brasileiro (salvo engano) era conhecido como um dos grandes rádio-tecnicos de Areia Branca. Também reencontrei nesse mesmo ano, o grande escritor areia-branquense Francisco Rodrigues da Costa, o eterno Chico de Neco carteiro.

Conheci também o fotografo Lauro Duarte, um dos filhos de João Rodrigues, as irmãs Cirilo (Marta Tetê e Ana). Niloilson filho de Maria José de Guará, e tantos outros areia-branquenses. Bem como a Dra. Socorro Alexandria filha do grande e saudoso sindicalista Sergio Carneiro, que foi meu vizinho na Rua Joaquim Nogueira.

Em 2016, por motivos alheios a minha vontade não foi possível comparecer a essa festa, o que lamentei profundamente. Porem através de uma foto no Facebook reencontrei amigos, dos anos 40, 50 e 60.
agosto-com-dodora

Olhando para a primeira da foto, reencontro Chico Baé, no inicio dos anos 50, já à tardinha como acontecia quando havia no porto navios da Companhia Comercio e Navegação, acompanhado de uma senhora, e uma jovem, que vinham regressando do Rio de Janeiro, para sua terra natal, e ficariam em sua casa, até arranjarem uma para alugar. A senhora era Zeza Bernardo (Josepha Bernardo da Costa), e a jovem era sua neta Dodora (Maria Auxiliadora de Oliveira Barbosa), que juntamente com Marinete de seu Chico de Izídio (Francisco Gonçalves de Sousa) e Maria José de Zé maduro (José Freire da Rocha), encantavam a todos como pastoras, no pastoril em frente a casa de Zé Tavernard (José Tavernard de Sousa).

Na segunda da foto, reencontro também no mesmo período, o casal Raimundo Mariano ou Raimundo de Dona Chiquita (Raimundo da Costa Nepomuceno) e Chiquita do Carmo (Francisca Amélia do Carmo Nepomuceno), nossos vizinhos na Rua Silva Jardim. Dona Chiquita do Carmo, tempos depois foi minha comadre. Guardava mensalmente um exemplar do jornalzinho O Sal da Terra, de autoria de areia-branquenses residentes em Natal, que fazia questão de me entregar em mão. Quando ia a Areia Branca, Maria Antonia minha irmã dizia: “dona Chiquita está com o seu jornalzinho guardado, vá buscá-lo”.

Na terceira da foto, reencontro nos anos 60, dona Maria do café, cujo mesmo ficava em frente ao mercado municipal, aonde ia “religiosamente” todos os sábados, ouvir a bonita voz de Núbia Lafayette, que era um sucesso nacional. Dona Maria, foi a primeira pessoa em Areia Branca, que adquiriu o LP de Núbia, onde se destacava as musicas Devolvi, Solidão e Prece a Lua. Em 1963, tive o prazer de assisti a um show dessa excelente cantora, realizado na churrascaria “O Sujeito” em Mossoró. E em 1965, já residindo no Rio de Janeiro, tive o prazer de almoçar junto com ela, na casa de um dos seus parentes meu amigo Luizinho, residente a Rua Benedito Otoni em São Cristovão que ficava em frente a Salmac (Salicultores de Mossoró-Macau Ltda.).

Na quarta da foto, reencontro no final dos anos 40, Amauri e Alderi de Fransquinha de dona Tomásia, no Grupo Escolar Conselheiro Brito Guerra, que numa de nossas brincadeiras no recreio, Amauri me “presenteou” com um golpe de gilete (era comum na época, esse tipo de apontador de lápis) no meu braço direito, cuja cicatriz ainda permanece visível, devido ao primeiro socorro caseiro, já que morava na rua em frente ao Grupo Escolar, que consistia em cobrir todo o ferimento com pó de café, que na época era torrado e “pisado” em casa. E em seguida “enrolado” com uma “tira de pano”.

Na quinta da foto, reencontro em 1962, o grande sindicalista Jorge Duarte, que juntamente com Arnaldo Barboza e João Buriti, muito me ajudaram, quando assumi a Delegacia do Sindicato dos Marinheiros. João buriti, por mais de uma vez, me substituiu no sindicato, quando havia necessidade de viajar ao Rio de Janeiro, para tratar de assuntos da categoria.

Na sexta da foto, reencontro seu Luizinho Cavalcante, e posteriormente seu Adauto Ribeiro, Gerente da firma Mossoró Comercial Ltda., com quem tratei por varias vezes assuntos relativo a categoria que representava.

E por ultimo, reencontro Zé Cirilo que não é filho de Luiz, porem é primo de Zé Cirilo filho de Luiz Cirilo (que confusão hein?), no comando da lancha Ida, e posteriormente na lancha Santa Izabel.

Apesar desses reencontros ao passado, que me proporcionou gratas lembranças, continuo frustrado por não ter comparecido a festa de Agosto de 2016, e não ter reencontrado e abraçado ao vivo, Dodora, a Eterna Menina do Pastoril, que há anos reside nos Estados Unidos, bem como sua prima Iara Dubeux, atual Consulesa do México em Recife.

Coisas da vida.

No texto “O discurso que não foi feito”, por motivo obvio, deixei de inserir um parágrafo, que seria como o contido na página 135, do recém lançado livro Perdão, de Francisco Rodrigues da Costa. Tencionava após ouvir as partes, e por ocasião do lançamento da Coletânea, solicitar ao Chico, que apresentasse de público o seu pedido de perdão a Dona Eleonice e ao seu filho Celso Luiz, que tive o prazer de conhece-lo no carnaval de 2010 na casa de Antônio José em Areia Branca. Após o perdão concedido, os três se abraçariam, e com certeza um abraço espiritual de Luiz Martins, envolveriam os três.

No dia 14 deste, fui ao Hotel Atlântico em Areia Branca, na praia de Upanema, ao encontro dos amigos Chico Brito, Ricardo Dimas e Sônia Ribeiro, e lá encontro também Chico de Neco Carteiro. Na ocasião, ficou acertado um almoço no Restaurante Passárgada, que não é do poeta Manoel Bandeira, mais sim, do nosso amigo Antônio Tavernard.

Na hora marcada, estavam a mesa, Dr. Evaldo Alves, Ricardo Dimas, Sonia Ribeiro, eu, Chico de Neco carteiro, Chico Brito, nossa grande amiga Rosário, Aldo de Paizinho e Ivo irmão do Dr. Evaldo, conforme foto abaixo.
almoço

No dia 15 pela manhã, foi realizada a procissão marítima, e como sempre, encontramos amigos que residem em outras cidades ou estado. Infelizmente, esta foi a viagem que fiz a Areia Branca dispondo de pouco tempo. Após a saída da procissão marítima, tive o prazer de encontrar a grande amiga Marta Cirilo, pois do contrário ficaria lhe devendo uma visita. Na ocasião, fui agraciado com o livro Perdão, autografado pelo autor. Como tinha que voltar no mesmo dia a Fortaleza, durante o percurso, fiz a leitura do mesmo, pois a maioria dos fatos, estavam arquivados no meu PC de ouro, como sempre diz a nossa amiga Dodora. Enquanto lia, mentalizava a resposta, agradecendo o presente recebido, em forma de versos como veremos abaixo.

AGRADECENDO A CHICO.

Chico agradeço o teu livro
Intitulado Perdão
Que a mim foi ofertado
(Procuro e não vejo razão)
Em que contas o sofrimento
De tão trágica decisão.

Foi como um tiro de canhão
Que na cidade ecoou
Porem foi uma Bereta
Que a Luiz vitimou
Deixando duas famílias
Sofrendo uma grande dor.

Foi um homem de valor
Neco carteiro o teu pai
Também foi Neco Martins
Que de Luiz era o pai,
Que a tua insensatez
Deixou-os dizendo ai.

Ficastes no vai e não vai
Com a tua meninice
E num gesto infantil
Que foi uma estultice
Deixastes duas famílias
Naquele disse me disse

Conheço dona Eleonice
O Celso Luiz nem tanto
E não podemos negar
Que a ela causastes pranto
Posso até complementar
Tirastes dela o encanto.

Como na igreja o santo
Tem sua prioridade
Você, ela, e eu estamos
Na chamada quarta idade
E podemos ver este fato
Numa maior claridade

Sei que esta fatalidade
É difícil de esquecer
Mas a dona Eleonice
E o Celso Luiz irão ter
Bastante serenidade
E o perdão conceder.

Não é difícil de ver
Do outro plano, O Astral
Luiz Martins aprovando
Com um abraço fraternal
Por saber que o teu erro
Nunca foi proposital.

Fortaleza, 16 de agosto de 2014.

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