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Neste início de 2019, tendo publicado quatrocentas e dez crônicas, desejo fazer um resumo de minhas postagens sobre Areia Branca, a cidade em que nasci e vivi durante boa parte da minha vida.

A história de Areia Branca, a cidade localizada na esquina do mundo, foi contada por este e outros cronistas desde que se chamava Ilha de Maritacaca. Quando contada por um cronista, a  história sempre se amalgama com a poesia, o sonho com a realidade.

A evolução de povoado a cidade; a quase Guerra de Grossos, com a participação, sem-querer-querendo, de Rui Barbosa, o jurista do Brasil; o encerramento das querelas jurídicas. Aqui, a importância do nosso folclorista Deífilo Gurgel.

A primeira bicicleta, o primeiro rádio portátil, as brincadeiras na lagoa em plena rua a que chamávamos açude, perto do Morro do Urubu, local onde hoje mora a  Maternidade Juscelino Kubistchek. Os benefícios para as famílias pobres (como o sabão redondo de pia), o Beco da Galinha Morta, com seus mistérios na escuridão das noites. Os primeiros automóveis, os sonhos das criança, as festas de Natal, os pastoris, as missas madrugadeiras, fosse na casa de Bagaé ou em Pedrinhas, o Museu Máximo Rebouças. As festas de Nossa Senhora dos Navegantes, a crítica política, os causoslocais, como aquele do prefeito conduzindo garbosamente a cabra Mimosa para ser entregue a seus donos; sem esquecer, juntamente com os esforços do Prof. Carlos Alberto, a destruição do nosso patrimônio arquitetônico, como o Tirol, o Palacete Municipal e a Praça do Pôr do Sol; também falamos do carago, o nosso asfalto branco.

Nos idos de antigamente, lembramos do cigano Aristeu e sua aura macondeana, a misteriosa galena e a égua que mudou de cor. Falamos da nossa maré de sizígia, onde cabia, sem amassar, toda a beleza do rio Ivipanim, com seus barcos a vela. Falamos de nossas praias, em especial da praia de Upanema e seu Farol, um olho no mar e outro no  porto-ilha. Aqui, a saga dos salineiros de ontem e de hoje.

As noites de serração, quando o augúrio e a provocação davam as mãos para que alguém sofresse o bullying do passado, com seu peso de discriminação, rancor e vingança. Em vários momentos falamos das noites da cruviana, do papafigo, dos primeiros protestantes de Areia Branca – os buzuocos-, Carneirinho como um dos pioneiros.

A política local, os comícios e as passeatas; os carnavais, as canoas, os vilarejos de Barra e Pernambuquinho, serenos guardiões do nosso manguezal. A cidade e seus moradores mais ilustres, como José Jaime, Dr. Vicente , Toinho Tavernard, Valquírio, Dr. Willon Cabral e Chico de Boquinha, o inesquecível ativista social da cidade. A visita de Juscelino, as bodegas, que contribuíam para a movimentação do frenético submundo do cais; a Rua Frente, a Rua do Meio e as Ruas de Trás. Os  meninos no cais, contemplando a maré cheia.

Ao fim, a lembrança dos amores juvenis, do Palacete Municipal e seus carnavais, da pracinha atrás da igreja, onde nas festas de agosto era armada a barraca de Zacarias, que alimentou sonhos e fantasias de crianças e adolescentes. Quase me esquecia da Rampa. Ufa!

Que tenhamos todos um 2019 de renovação.

EvaldOOliveira

Sócio Correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do RN

Em nossa romaria/2018 iniciamos nossas visitas pela cidade de Serra Caiada, um município do Rio Grande do Norte criado em 24 de novembro de 1953. O nome do município homenageia uma serra de 285 metros de altitude; o termo Caiada se deve à coloração esbranquiçada da rocha.

Em 31 de dezembro de 1963, passados apenas dez anos de sua criação, o nome da cidade foi  mudado para Presidente Juscelino, no que seria uma homenagem ao ex-presidente, o último estadista a governar este país. Mas o novo nome não foi bem aceito pela população, obrigando a Câmara Municipal, no dia 24.ll.1994, a  decretar o retorno ao antigo nome de Serra Caiada. Ainda hoje seus habitantes são chamados juscelinenses.

Serra

Consta que o nome da cidade seria Juscelino Kubistchek. Acontece que, em meio às turbulências que marcaram aquele dia da aprovação do projeto de mudança do nome, os vereadores se reuniram para que fosse definida a grafia correta do segundo nome do ex-presidente. Na dúvida, o nome da cidade ficou Presidente Juscelino.

 Areia Branca carrega em sua história um imbróglio semelhante. No dia 16 de fevereiro de 1892, a povoação teve sua categoria elevada para Vila de Areia Branca. Em 22 de outubro de 1927, decorridos 35 anos de sua emancipação política, a vila foi elevada à categoria de Cidade de Areia Branca.

Gibran Araújo, pesquisador da história areiabranquense, descobriu um engano nas datas que marcam a emancipação política e a criação do município. É que no ano de 1987 foi sancionada a lei que decretou como feriado municipal o dia 22 de outubro, em alusão ao aniversário da Cidade de Areia Branca. Na verdade, essa data se refere ao dia em que a vila foi elevada à categoria de cidade, e não ao  dia em que o município foi propriamente emancipado de Mossoró, completa o estudioso.

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Elevação p:cidadeElevação para cidade – Fotos acervo Gibran Araújo

Em suma, parece não haver dúvida de que o processo formal de emancipação política de Areia Branca se instaurou com o decreto de criação do município, publicado pelo Governo do Estado em 16 de fevereiro de 1892.

Em Serra Caiada, a vontade do povo.

Em Areia Branca, equívoco que se eterniza.

EvaldOOliveira

Sócio Correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do RN.

 

 

 

 

 

 

O dicionário de Houaiss conceitua estadista como pessoa versada nos princípios ou na arte de governar, ativamente envolvida em conduzir os negócios de um governo e em moldar a sua política; ou ainda, pessoa que exerce liderança política com sabedoria e sem limitações partidárias.

Para Aristóteles, o que o estadista ou homem de Estado mais quer produzir é um certo caráter moral nos seus concidadãos, particularmente uma disposição para a virtude e a prática de ações virtuosas. Diz-se que o estadista se preocupa com a próxima geração e o político com a próxima eleição.

Fiquemos com esses dois conceitos. Pesquisemos então quantos brasileiros se enquadrariam nessas simples definições. Teríamos de fato uma lista muito curta, de pouquíssimos nomes, por falta de matéria prima. No Brasil dos últimos cento e dez anos, poucos nomes se habilitariam a ser incluídos nessa lista. Dentre eles, José Maria da Silva Paranhos Junior, o Barão do Rio Branco, e Rui Barbosa, o Águia de Haia. Muito pouco.

Neste final de semana, examinando a foto abaixo, chamou-me a atenção a falta de eventos grandiosos em Areia Branca, com a presença de grandes vultos nacionais de real grandeza.

Nesta foto, em plena pracinha em frente à prefeitura, sob a sombra das árvores e no meio do povo, temos a presença de Juscelino Kubitscheck, João Goulart, Manoel Avelino, o senhor Dimas Pimentel Ramos e outros que já não lembro o nome. Estão em um local público, sem a presença de um único segurança.

A cidade de Areia Branca produziu alguns homens que poderiam ser galgados a um patamar muito próximo ao de um estadista, mesmo com repercussões apenas locais. Teríamos então alguns líderes civis que muito bem representaram nossa cidade nos momentos que exigiam tirocínio, postura ética, estatura moral e percepção política.

Nesse escasso rol poderíamos incluir Dr. Vicente de Paula Gurgel Dutra, homem de indiscutível caráter, inteligente, bons modos no trato com as pessoas. Padre Ismar é outra destacada figura que participou ativamente da vida da cidade, fosse no campo religioso, social ou educacional. O senhor Dimas Pimentel Ramos estaria nesse seleto grupo, com quase certeza.

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Dr. Vicente e Juscelino

Aos políticos do cenário nacional de hoje faltam grandeza moral e postura ética, e sobram esperteza e populismo que o Brasil já não mais encampa.

Estadistas. Em Areia Branca ou no Brasil, a escassez como regra.

EvaldOOliveira

Sócio Correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do RN

Fiz um levantamento do número de acessos ao blog Era Uma Vez em Areia Branca, no período de 35 dias (5 de fevereiro a 11 de março), e de onde partiram. Ao concluir, uma surpresa: 45% dos acessos foram feitos dos Estados Unidos. Portugal ocupou a segunda posição entre os países estrangeiros, com 1,02%. Peço licença ao Prof. Carlos Alberto para divulgar.

Brasil – 1.501

Estados Unidos: 1.224

Portugal: 28

Alemanha: 6

Canadá: 7

Irlanda: 4

Reino Unido: 5

Chile: 2

Cingapura: 2

Argentina: 1

Itália: 1

Suíça 1

Costa do Marfim: 1

Espanha: 1

Angola: 1

União Europeia: 3

Suécia: 1

Cabo Verde: 1

 

Estive pensando com meus botões. Ou melhor, com meu computador. “Se nós dois fôssemos escolher uma autoridade para representar o Brasil em uma reunião da ONU, em que estivessem presentes as maiores lideranças mundiais, quem seria essa pessoa? As exigências: tinha que ser alguém de lisura comprovada, capacidade de argumentação em nível de extrema sapiência, excelente grau de lisura, além da necessidade de uma postura moral e física capazes de nos encher de orgulho, quem escolheríamos?”. Meu amigo Mac OS X revirou, esforçou-se e não foi capaz de me dar uma resposta convincente.

Essas exigências foram seguidas com seriedade e tivemos, eu e o computador, muita dificuldade para eleger alguém com tais requisitos. Imaginei que seria uma tarefa quase impossível. E foi. Falta grandeza aos nossos pretensos líderes. Nosso representante tinha que estar fora do espectro das operações em curso que tentam, mesmo que tardiamente, passar o Brasil a limpo. Escolhamos, então, a Operação Lava Jato, Operação Juízo Final, Operação Zelotes (cinco fases), Operação Acrônimo, Operação Andaime II, Operação Pixuleco I e Pixuleco II, Operação Catilinárias, Operação Sangue Novo e Operação Asclépia. Na operação Asclépia a Polícia Federal investiga suposto desvio de verba que tem como centro o Hospital São Sebastião, em Santo Antonio do Amparo (MG) vinculado ao SUS, e envolve cinco cidades de Minas Gerais e uma do Ceará.

Ao final, eu e o computador constatamos algo de que já suspeitávamos. Aos que conseguiram escapar desses eventos da Polícia Federal, do Ministério Público e do poder judiciário, falta-lhes a grandeza que os elevaria à categoria de estadistas.

No contraponto, em Areia Branca dos anos 1950/1960 havia alguém de estatura moral e emocional a nos representar. Se alguma autoridade aportava na cidade, lá estava ele com seu garbo e sua altivez recepcionando a ilustre visita. Esse homem tinha plena aceitação da comunidade, apesar de não ocupar cargo público com indicação política. A cidade inteira sabia de sua capacidade de manter em nível elevado qualquer que fosse o assunto em pauta.

Quando garoto, tive o privilégio de trabalhar em seu consultório, onde aprendi, além de alguns cuidados odontológicos básicos, algo muito mais valioso. Tive contato com um homem digno, íntegro, elegante em casa, no trabalho e na vida social.

Dr. Vicente de Paula Gurgel Dutra, o nosso embaixador nas décadas de 1950 e 1960.

Alguém discorda?

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Esta reunião foi próximo ao Tirol. Veja a balaustrada.

EvaldOOliveira

Sócio Correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do RN

Texto de Antônio Fernando Miranda.

O início desta história todos os areiabranquenses conhecem, porém o final, por está arquivado por mais de 50 anos, apenas em meu PC (cérebro pessoal), e somente agora retiro uma cópia para dar uma pequena contribuição, que sem dúvidas será anexada à história de Areia Branca, nem os que escreveram sobre ele (Manoel Avelino), tinham conhecimento. Isto é o que me parece, pois não li até hoje, qualquer comentário sobre o assunto. É necessário inicialmente, descrever o que um pouco, o que os escritores areiabranquenses já descreveram.

No início dos anos 50, volta a Areia Branca o senhor Manoel Avelino Sobrinho, ostentando o titulo de Doutor, formado pela Faculdade de Direito do então Distrito Federal, o que foi motivo de orgulho para todos os filhos da terra, por ter sido o primeiro advogado areiabranquense. O seu escritório de advocacia foi montado em frente ao jardim (Praça da Conceição), à Rua João Felix.

Pouco tempo depois, surgiu na cidade uns panfletos apócrifos, em linguagem matuta, mais que era de fácil entendimento por todos, onde dois matutos (Zeferino e Malaquias) criticavam a política do então prefeito Zé Sólon. Todos os amigos do doutor Manoel Avelino, sabiam que o autor dos panfletos que o povo o batizou logo de “O Malaquias”, era o próprio Avelino, porém se fosse indagado quem seria o autor, negavam com todas as forças. Apesar de terem sido circulados vários “Malaquias”, passado o período de sua publicação, os correligionários do Dr. Manoel Avelino, foram aconselhados a desfazerem-se de todos, para não comprometer o futuro político do mesmo, conforme veremos mais adiante. Portanto dos vários Malaquias, guardei no meu PC, apenas uma frase de um deles, em que o Zeferino dizia para o Malaquias: “poisé cumpadi, o puliticu é cumu fejão de môiu, o qui sobi é pruque num presta”.

Como estava próxima a apresentação do candidato que iria substituir seu Zé Sólon, seu Dimas (Dimas Pimentel Ramos) como correligionário de Zé Sólon, esperava ver lançado a candidatura de seu Zeca de Celso (José do Couto Dantas), que era seu genro. Entretanto seu Zé Brasil (José Brasil Filho), com a sua habilidade de convencer as pessoas, não foi difícil convencer seu Zé Sólon, de que o substituto ideal seria o Dr. Avelino, tendo o mesmo aceitado a sugestão de seu Zé Brasil. Com esta decisão, houve um protesto dentro do PSP, e seu Dimas, Paizinho (como era conhecido popularmente Braz Pereira de Araújo), que era vereador e delegado do sindicato dos marinheiros, Dr. Vicente Dutra, os irmãos Manoel e Zé do Vale, Manoel Leandro Sobrinho e outros formaram um grupo dissidente, e em protesto lançaram as candidaturas de Braz Pereira e Manoel Leandro.

Seu Zeca de Celso, vendo suas pretensões desfeitas, e tentando ajudar aos novos candidatos apoiados por seu Dimas e os demais citados, lançou uma carta aberta ao prefeito Sólon, afirmando que o “Malaquias”, não era outro senão o Dr. Manoel Avelino que ele agora estava apoiando. Isto causou a principio um grande mal estar na candidatura da situação. Porém. em seguida seu Chico Avelino (Francisco Avelino dos Santos), como bom irmão, e não poderia ser diferente, lançou outra carta aberta, chamando para si toda a responsabilidade pelo Malaquias, inocentando de culpas o Dr. Manoel Avelino. Isto fez com que a candidatura do mesmo tomasse mais impulso. E talvez como marketing (na época, não se usava esta palavra), trouxe do Rio de Janeiro, seu irmão, o então acadêmico de medicina Zé Maria (José Maria dos Santos), para gratuitamente atender a população carente, oferecendo a ela os seus conhecimentos da medicina. Isto sem dúvidas deu mais um novo impulso à candidatura já vitoriosa, para desespero dos seus opositores. De nada adianta relatar a liderança que o Dr. Manoel Avelino exerceu sobre os areiabranquenses, pois os escritores Deifilo Gurgel, José Jaime, Francisco Rodrigues da Costa e outros já o fizeram, e muito bem.

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Nesta foto da campanha de Juscelino para presidente, aparecem da esquerda para a direita: Rudson Góis, Jofre Josino, Manoel Avelino (discursando), Vingt Rosado, Quinquinho Lucio, Juscelino, Jango, seu Dimas, e outros. Foto O Manoelito (de Mossoró).

Agora entra a parte principal e desconhecida até agora, inclusive dos biógrafos do Dr. Manoel Avelino. Talvez para referendar o crescimento da candidatura Manoel Avelino, surgiu um novo panfleto, desta vez em forma de verso, cujo mote era:

Sem ser Manoel Avelino

Onde está o candidato?

 

E a glosa era:

 

 Perguntando a muita gente

E ao povo não satisfeito

Aonde anda o prefeito?

Me diga, Dimas Ramos

Só você é persistente

Por querer ser muito exato

Embora bancando o pato

Com seu instinto ferino

Sem ser Manoel Avelino

Onde está o candidato? 

 

Esta glosa teve enorme repercussão na época, deixando os “avelinista” em estado de euforia. Apesar de apócrifa, a mesma era de autoria do grande poeta areiabranquense João Figueiredo, que era sogro do Dr. Manoel Avelino. Muito embora publicamente ele não assumisse a paternidade da mesma, e nem os avelinistas confirmavam.

Porém, como em Areia Branca sempre teve bons poetas, não demorou muito, e surgiu outro panfleto também em forma de glosa e apócrifo, cujo mote era.

Se diz Manoel Avelino
Porque não diz Malaquias?

E a glosa era:

Eis a resposta ao glosista
Que procura candidato
Chamando Dimas de pato
Mostrando ser pessepista
A este poeta sem pista
Eis a resposta em dias
Se diz Manoel Avelino
Por que não diz Malaquias? 

Quem não viu há dias passados
Este que hoje é candidato
Imitando gestos de gato
Dando unhada e a se esconder
Quem não viu, podia ver
Fazia com garbo e alegria
E hoje desajeitado
Nega e briga avermelhado
Que não é o Malaquias.

Apesar da resposta ter sido bem elaborada dentro do tema, a glosa não teve repercussão no seio avelinista, e tampouco na candidatura Manoel Avelino, que àquela altura já estava consolidada. Sobre o autor da resposta, na ocasião foram citados vários nomes como, por exemplo, Zé e Amaro de Frederico, senhor barbeiro, Manoel do Vale e outros. Porém de todos os citados, e até hoje não confirmados, acredito que tenha sido Manoel do Vale (ou Manoel de Touzinho como também era conhecido), que também tinha sua veia poética, e além disso, era um dissidente. Como disse no início estes fatos estão arquivados apenas na minha memória, não tenho como fazer uma afirmação concreta, a não ser se tiver a oportunidade de me encontrar com o possível autor, que ainda está entre nós, para dirimir esta dúvida. Porém a glosa inicial deve ser anexado ao histórico deste grande poeta areiabranquense, que foi João Figueiredo. Sinto-me envaidecido, em poder dar esta pequena contribuição poética (não minha claro), para abrilhantar cada vez mais a história de Areia Branca.

julho 2019
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