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Que bom. Te vejo à noite ao lado da igreja, ali na saída do Beco da Galinha Morta. Estarei lá bem na hora da novena. Depois iremos testar a sorte na barraca do Zacarias. Sei que o pessoal todo vai estar lá. Na sua casa deve estar uma agitação só. Tem gente de fora, pessoal da sua família, vindo de Mossoró. Ontem fui lá e falei tanto do Zorro pra esse pessoal… Queria que ele aparecesse.

Pela manhã fui ao mercado fazer umas compras. Tinha que ser carne de sol, pois lá em casa não tem geladeira, e amanhã é domingo. A cidade está toda enfeitada, tem muitas barracas nas ruas próximas à prefeitura, aonde se instalou o parque de diversões. Vou testar minha pontaria com aquelas espingardas de pressão. No ano passado ganhei até um prêmio, porque acertei várias setas bem no centro do alvo.

Foi uma mulher lá pra casa da minha vizinha pra frisar o cabelo das mulheres. A esta hora a chaleira deve estar fervendo, e o pessoal desengavetando os vestidos novos, feitos pelas costureiras. E haja prova! É um tal de aperta aqui, desce acolá, folga ali, encurta embaixo.

Padre Ismar não para um só momento. O pessoal ajuda no que pode. O problema é que não há um só hotel, e a maioria do pessoal de fora fica na casa dos amigos, ou vai para uma pensão que fica ali perto do mercado.

As embarcações, grandes e pequenas, já estão embandeiradas; percebo olhando do cais. Sempre há o perigo de acidente com o pessoal que participa da procissão marítima, mas todos os cuidados estão sendo tomados para que isso não ocorra. À noite, todo mundo na pracinha, que vai ser a apuração do concurso da Rainha da Festa.

Algumas pessoas correndo para a Rampa. Na dimensão de um infinito de criança, um barco dos beijus adentra o rio Ivipanim, pros lados do Pontal, bordejando no instável de seu casco. Ao se aproximar, percebe-se ser um barco da Mutamba de Baixo, no Ceará. No costado, o menino Marco Juno encerra sua aventura no mar e, de forma garbosa, exibe-se segurado por alguém, com os braços elevados como se fora um viking em seu grito de vitória ecoando no Cais da Rua da Frente.

Nas entrelinhas do sonho, descobri-me perdido no passado.

EvaldOOliveira

Sócio Correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do RN

 

 

Os meios de comunicação de massa costumam fazer retrospectivas nas edições de final de ano. Com mais de 77 mil visitas desde que foi criado, em novembro de 2008, este blogue, mesmo dirigido a uma comunidade muito específica, não deixa de ser um meio de comunicação de massa. Então, vamos a uma retrospectiva histórica. Mas, com apenas dois anos já é tempo de fazer uma retrospectiva histórica? É sim! Mas, não é a escala temporal que justifica a retrospectiva, é a densidade de conteúdo e a profunda e intensa atmosfera emocional que tomou conta do blogue. Uma atmosfera cheia de sentimentos de amizade e alegria pelo reencontro de velhos amigos e pela descoberta daqueles que, em tempos idos circularam nos mesmos espaços, e quase simultaneamente, e não se fizeram conhecidos, pelo menos com a intensidade que a memória não desvanecesse.

A frieza da estatística (242 artigos e 1.484 comentários) nem de longe retrata a carga emocional desses encontros e reencontros proporcionados por este espaço virtual, que nasceu de uma troca de mensagens eletrônicas com Marcelo Dutra. Não consigo reproduzir a ordem dos eventos. Sei que visitei o blogue da sua irmã, Márcia, onde li um extraordinário texto sobre seu pai, o doutor Vicente e visitei o blogue de Marcelo, onde li um texto sobre Dona Ritinha e Doutor Gentil, que não consigo mais localizar. Sei que coloquei um comentário perguntando se eles eram filhos do doutor Vicente, de Areia Branca. A troca de mensagens veio depois da resposta de Marcelo, exatamente no dia 6 de novembro de 2008, e no dia 28 resolvemos criar o “Era uma vez em Areia Branca”, noticiado no seu blogue e no meu.

Os dois primeiros textos foram A memória é curta e turva, uma crônica que eu havia publicado no jornal Primeira Mão, editado por Luciano Oliveira em 1998, e Saudades de dona Ritinha, o texto que originou meu contato com Marcelo.

Quando o blogue completou dois meses, Marcelo publicou um texto do seu irmão mais velho, Marconi, sobre a escola de Dona Julita. Foi o primeiro sucesso em termos de comentários. Entre os que ali se manifestaram cabe destacar a entrada triunfal de Dodora, para fazer jus ao título de Menina do Pastoril que recentemente lhe atribuiu Chico de Neco Carteiro, em seu magnífico livro Caminhos de Recordações. Os comentários de Dodora nos sensibilizaram de tal maneira que resolvemos transformá-lo em crônica. Desde então essa menina sapeca de 72 anos tem sido presença constante, agradável e indispensável em todos os cantinhos desse blogue.

Não menos triunfal foi a entrada de Antônio Fernando Miranda, poucos dias depois do início do blogue. Ao comentar um texto de Marcelo, Miranda, um menino da idade de Dodora, mostrou ao que vinha. Juntamente com Antônio José, é a nossa reserva memorial. Quando nossas capacidades se esgotam é aos dois que recorremos.

Othon Souza, nosso profícuo colaborador, manifestou-se pela primeira vez, fevereiro de 2009, com um comentário. No dia 3 de março daquele ano publicou sua primeira crônica.

Depois de entrar em contato para agradecer a referência que fizemos ao seu livro Reaprendendo a Brincar, Evaldo Oliveira, ou Evaldo de Zé Silvino, como era conhecido nos tempos que traquinava ali entre as ruas da frente e do meio, passou a disputar com Othon a posição de mais profícuo e comentado colaborador do blogue. Sua primeira crônica foi publicada em novembro de 2009.

Depois vieram os ilustres e bissextos colaboradores: Chico de Neco Carteiro e Marco Juno. Faço esta provocação deselegante com a esperança de que se encham de brios e nos brindem com seus maravilhosos textos em frequência capaz de mitigar nossa sede cultural. O “bissexto” aqui corresponde àquele traço que riscávamos entre dois meninos para incentivá-los a uma disputa física.

Atribui-se a Tolstói a frase: Se queres ser universal, começa por pintar a tua aldeia. Creio que ninguém aqui neste blogue tem a pretensão da universalidade, mas todos cumprem parte da sentença do grande escritor russo. Todos “pintam” em prosa e verso sua terra natal. Mesmo escrevendo um livro em que mais de 80% do conteúdo retrata outras paragens, Marco Juno deu peso maior aos 10% que margearam sua terra natal por adoção.  A bela capa e o título, igualmente belo e sonoro dignificam Areia Branca.

Sempre me atraíram as possibilidades de encontros inexistentes. Pessoas que circularam nos mesmos locais, nas mesmas épocas, sem se conhecerem, ou impossibilitados de se conhecerem porque circularam em épocas diferentes.

Foi com essa perspectiva que decidi fazer este breve comentário sobre o livro de Marco Juno (detalhes em https://areiabranca.wordpress.com/2009/01/04/canone-areiabranquense). Pontuei trechos nos quais me vi colocado, pela simples razão de que o espaço geográfico ou evento retratado fez parte da minha vivência. Tomo emprestado as memórias de Marco Juno para renovar as minhas.

Nas duas primeiras crônicas do livro o autor faz uma emocionada narração da sua saída de Mutamba de baixo, em Icapuí, e sua chegada em Areia Branca. Sim senhor, é uma narrativa emocionada, mas nada comparável ao que ele apresenta na terceira crônica, Cajuais – Mutamba de baixo.

“Daí, por entre coqueirais, caminhávamos em direção a praia distante. Andávamos dois ou três quilômetros até o mar. Aquelas felizes caminhadas eram aventuras que se tornariam inesquecíveis. Ao subirmos a ultima duna, vislumbrávamos o azul eterno: o céu, o mar, a praia sem fim, branca sem mácula como as nossas consciências infantis.”

Se excluirmos os coqueirais, a narrativa presta-se exatamente às nossas caminhadas em Areia Branca, pela praia de Zé Filgueira até a praia do meio, passando pelo pontal. Caminhadas essas feitas das épocas infantis de consciências imaculadas, às aventuras juvenis de desejos irrefreados.

“Letícia Viterbo. Sobre ela, guardo doces lembranças. Onze anos, morena, os cabelos negros e lisos desciam quase à cintura, olhos verdes, vivos e inquietos, o riso fácil, facilíssimo, as formas definidas.”

Parece que Marco Juno está falando de uma menina que conheci em Grossos, durante umas férias no início dos anos 1960, a minha “Letícia Viterbo”.

Na crônica O limiar do dever, Marco Juno me leva para a casa onde nasci e para a sala de aula da professora Maria Felipe ao escrever: “Naquele ano preparava-me para prestar exames de admissão ao curso ginasial do Colégio Diocesano Santa Luzia, em Mossoró. O professor Albertino Maciel, emérito educador da cidade, desempenhava um papel fundamental na tarefa de preparação dos jovens areia-branquenses.”

A casa onde nasci, ao lado da casa de Zé Tavernard, era quase em frente à casa do professor Albertino, mas quem me preparou para o exame de admissão no Marista de Natal foi a professora Maria Felipe, de saudosa memória.

“No dia seguinte empreendemos a viagem pelo penúltimo trecho do nosso percurso: Mossoró/Porto Franco. O pequeno ancoradouro está situado à margem esquerda do Rio Mossoró. (…) Minha tia Guiomar, acompanhada de um afilhado seu, Chico Leite, encontravam-se ali, à nossa espera. Esse garoto a ser o primeiro amigo que eu faria naquela nova fase da vida. Do outro lado, à margem direita, já na direção do mar, a cidade de Areia Branca, nosso destino. A travessia se fazia em poucos minutos. As lanchas rápidas de Luiz Cirilo executavam aquela tarefa com eficiência, há muitos anos.”

Tudo aí me toca. Meus avós moravam em um sítio a uns 3 quilômetros (meia légua) de Porto Franco e igual distância da Barra. Com muita frequência ia passar férias ou fins de semana naquele paraíso. Ora ia de canoa, pela Barra, ora ia de lancha por Porto Franco. Viagens inesquecíveis. Não lembro de Chico Leite, pois quando tive contato com ele era muito criança, menos de 5 anos. Foi na época que ele tinha um bar próximo à igreja. Adário Calazans, Zé Moconha e outras figuras desse quilate costumavam me pegar em casa, levar para o bar e me oferecer guloseimas para eu imitar alguns personagens famosos em Areia Branca. Dizem que se divertiam com as minhas macaquices. Eu não lembro de nada!

Mas não foi apenas o relato da sua passagem por Areia Branca que Marco Juno me obrigou a um saudoso mergulho no passado. Em 1957 ele chegou a Natal para morar na Casa do Estudante do Rio Grande do Norte. Três anos depois, exatamente em agosto de 1960, eu cheguei para morar na casa dos meus avós, na Travessa Paula Barros, a um quarteirão da Casa do Estudante. Mas, aí ele já estava de partida para Recife. Se não tivesse ido fazer engenharia em Recife, certamente teria entrado na Escola de Engenharia da UFRN, 9 anos antes da minha entrada no curso de engenharia civil. Finalmente, tivemos nosso pontos de contato nas leituras técnicas. Rosemberg, Príncipe Júnior, Johnson, entre outros livros que lemos por dever de ofício de alunos de engenharia.

Escreva outros livros Marco Juno, você deve isso aos leitores sedentos de boas letras.

Tá bem, o nome é pomposo, e nem o texto corresponde ao que se costuma entender por um cânone literário, visto como uma coletânea de obras clássicas, algo que eu fiz para o caso da literatura Einsteiniana no Brasil.

canone_einstein

Mas, em se tratando de Areia Branca, que mal há nesse pequeno exagerozinho?

A idéia aqui é colocar os livros sobre Areia Branca. Começarei pelos que tenho em casa, com informações que facilitem suas aquisições. Sugestões para inclusão na lista são muito bem-vindas, desde que acompanhadas de informações similares a estas colocadas aqui. Tendo em mente sucessivas atualizações, a lista será apresentada em ordem cronológica.

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Embora não se trate de um livro, o material apresentado por Wison de Souza Dantas (Wilson de Moisés) é interessantísssimo para quem curtiu futebol na Areia Branca dos anos 50-70. Trata-se de uma brochura de 44 páginas, impressa pela Gráfica e Editora Arte Virtual (Mossoró), em 1995. Não sei se continuam válidas as informações para contato com o autor:

Rua João Pessoa, 62 / 59655-000 Areia Branca, RN / Telefone: 332 2464

O telefone deve ser (84) 3332 2464

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Da mesma forma que o trabalho de Wilson Dantas, este de José Jaime Rolim (Zé Jaime) é apresentado sob a forma de uma brochura com 50 páginas, impressa em 1998 pela Serigrafia IPE (Areia Branca).

Zé Jaime apresenta pequenas crônicas e algumas informações similares a verbetes de uma enciclopédia sobre diversos assuntos, desde o Congresso Eucarístico de 1938 até amenidades do dia-a-dia, como as aventuras no beco do carago. Embora não tenha passado por um bom tratamento editorial, para uma apresentação mais ordenada das crônicas e dos verbetes, o material é muito interessante.

Contatos com o autor podem ser feitos pelo endereço informado na última página:

Rua Antônio Fernandes do Nascimento, 50 / IPE / 59655-000 / Areia Branca, RN

capa_wilsondantas_esc-comercioMais um trabalho temático de Wilson de Moisés. Desta vez uma bela coletânea de registros da Escola de Comércio de Areia Branca, desde a sua fundação em 1952 até o ano de 1979. Trata-se de uma brochura com 35 páginas, impressa na Serigrafia IPE (Areia Branca), em 1998.

O endereço para contato informado nesta obra é:

Wilson de Souza Dantas

Escola Técnica Comercial Profa. Geralda Cruz / Rua Jorge Caminha, 118 / 59655-000 Areia Branca, RN.

chicojanjao_abranca_capaInfelizmente esta bela obra de Francisco Souto Sobrinho (Chico de Janjão) está “escondida”, em alguma das estantes que acomodam meus 4000 livros. Assim que achá-lo farei os comentários que ele merece.

Sei apenas que foi publicada em 1999.

capa_aristides_200pxEditado pelo autor e impresso na Grafpar (Parnamirim), este livro de Aristides Siqueira Neto tem um pequeno e inevitável vício. Um atento leitor que não conheça a história de Areia Branca anterior a 1970 dirá que se trata de um livro quase que exclusivamente familiar. Quem viveu em Areia Branca naquela época haverá de compreender a razoabilidade do vício.

Do ponto de vista histórico, este trabalho tem sua significância por se tratar de depoimento de uma fonte primária. Em boa parte do livro Aristides fala daquilo que ele viveu, daquilo que penetrou nas suas entranhas emocionais e de lá não deve ter saído.

É de se lamentar algumas falhas editoriais, entre as quais destaco duas: A primeira é que não há identificação das pessoas na maioria das fotografias. Mesmo quando alguns nomes são apresentados na legenda, a localização na foto não é indicada. A outra refere-se ao fato de que Aristides não dá os devidos créditos aos autores das fotografias, a maioria delas de Antônio do Vale, ou Toinho do Foto, como é popularmente conhecido.

Não sei se continuam válidas as informações para contato com o autor:

artistide@ntl.matri.com.br (talvez haja um erro de digitação. Talvez seja aristides@ntl.matriz.com.br).

Grafpar – Gráfica e Editora / Av. Getúlio Vargas, 132 / Centro / Parnamirim, RN / (03184) 272 4405 (aqui foi colocada a operadora, que obviamente não precisa ser a o31, e o número atual deve ser 3272 4405).

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Este livro de Evaldo Alves de Oliveira, publicado em 2001, é inteiramente autobiográfico. As deliciosas 76 páginas podem ser devoradas em algumas dezenas de minutos, de tão agradáveis. Aqui não importa se você viveu ou não em Areia Branca. Leia o livro, é universal. Corresponde perfeitamente ao princípio: Nós em Areia Branca, eles em Amarcord.

Verano Editora e Comunicação Ltda.

SIG/Sul – Quadra 6, n. 2080/90 – 70610-400 Brasília, DF / (61) 344 3673 / veranobsb@tba.com.br.

capa_deifiloPara quem deseja conhecer os primórdios da história areiabranquense, essa é uma obra primorosa. Publicada pelo autor, Deífilo Gurgel, em 2002, é o resultado de treze anos de pesquisa. Renomado folclorista, o autor é mais do que afeito à pesquisa historiográfica, é um competente investigador de arquivos históricos e alfarrábios diversos. Se isso serve para justificar a qualidade da obra e lhe emprestar confiabilidade, também orienta críticas a algumas falhas editoriais.

Por exemplo, uma obra desse gênero não pode deixar de ter um índice remissivo. Não digo nem um índice onomástico, que é muito comum, digo mesmo índice remissivo, que é mais completo. As fotos são utilizadas sem os créditos às fontes, quer seja dos autores, ou das publicações onde elas foram obtidas. Deífilo não relaciona, ao final do livro, a bibliografia consultada. Ele o faz ao final dos capítulos. Poderia fazer assim, desde que repetisse no final. Essa é uma regra básica da editoração. Descobri que Deífilo usou 39 livros, assim distribuídos: 3 na página 23, 18 nas páginas 55 e 56, 3 nas páginas 80 e 81, 4 nas páginas 91 e 92, 1 na página 128 e 10 na página 163.

Acho instrutivo chamar a atenção para esses aspectos. No caso de depoimentos pessoais, como os livros de Aristides e Evaldo, apresentados acima, isso é tolerável. Mas o trabalho de Deífilo é uma obra no estilo acadêmico, editada por um profissional do ramo.

Para contatar o autor: Rua Miguel Barra, 779 / 59014-590 Natal, RN / (84) 3221 2767.

Finalmente, temos aqui o autor de quase todas as fotografias sobre Areia Branca nos anos 1950 – 1970: Antônio do Vale de Souza, ou Toinho do Foto, como é popularmente conhecido. Ele costuma dizer que uma imagem vale mais do que mil palavras, e excetuando as legendas de suas fotos, nada mais escreveu no livro.

O livro foi editado pelo autor e impresso na Natal Gráfica. Infelizmente os pecados editoriais mencionados acima são aqui potencializados. Não há sequer a data da impressão, mas eu sei que foi em 2005.

Para contatar o autor: Av. Amintas Barros, 5278 / Natal, RN / (84) 3231 7156.

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capa_saudades_chicodenecocarteiro_1000pxCapa e comentários enviados por Othon, profícuo colaborador deste blog.

Crônicas primorosas, relativas às suas memórias, abrangendo fatos históricos e pitorescos da recente história de Areia Branca, escritas numa linguagem simples, ao entendimento de qualquer leitor.

Autor: Francisco Rodrigues da costa (Chico de Neco Carteiro).
Editora: Sarau das Letras.
Mossoró-RN- dezembro de 2005.

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Faz algum tempo que a capa e o texto acima me foram enviados por Othon. Agora, que acabei de ler esta obra primorosa, e já estou folheando o segundo livro de Chico de Neco Carteiro (Folhas de Outono), faço minhas as palavras de Othon e acrescento: a memória que me falta, Chico recupera. Será que daria mote para um repente? Não sei, mas vai virar crônica neste blog.

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Livros sugeridos por Marta Maria Cirilo Wanderley

José Jaime Rolim Rua Antônio Fernandes do Nascimento, 50, Q. 4 Conjunto IPE 59655-000 Areia Branca, RN
Fundação Guimarães Duque Fundação Vingt-um Rosado Série C volume 1380 – Dezembro 2003
Uma coletânia de autores areiabranquenses GRAFPAR – Gráfica Editora (84) 272.4405
Coleção Mossoroense Série C – volume DCCXXXI 1991
1ª EDIÇÃO 1997 José Narcizio de Freitas Rebouças Avenida Deputado Manoel Avelino, 58 Areia Branca- RN- CEP 59.655-000
Verano Editora e Comunicação Ltda SIG/Sul Qd. 8 Lt. 2385 70.610-480, Brasília, DF
Fundação Guimarães Duque Fundação Vingt-um Rosado Coleção Mossoroense, Série C, volume 1327, novembro 2002 http://www.colecaomossoroense.hpg.com.br fvrcm@uol.com.br
RN Econômico, 2005
Aristides Siqueira Neto
Editora Gráfica Renascer – (84) 3272-8383
2007

Grafpar – Gráfica e Editora
Av. Getúlio Vargas,132 centro Parnamirim
Rn CEP: 59.150-000 fone 84-3272-4405

Livros de Máximo Rebouças, também sugeridos por Marta Maria Cirilo Wanderley, publicados pela Tipografia Expressa Ltda.

O cais da rua da frente, de Marco Juno Flores. Editado pelo autor, em 2007. ISBN 978-85-86206-59-7.

Veja resenha: https://areiabranca.wordpress.com/2010/09/05/o-cais-da-rua-da-frente

Capa e texto enviados por Marcelo Dutra (Nota do Editor).

O autor descreve pessoas da história da cidade, fatos relevantes e lugares onde a história ocorreu. Impresso em 2010 em Natal pela Contato Gráfica com tiragem de 500 exemplares. O livro é bem interessante e registra fatos que eu ainda não conhecia. Contém deficiências de revisão ortográfica e de sintaxe mas não compromete seu objetivo. Recomendo a todos sua leitura.

Você pode adquirir o livro na Livraria Siciliano, no Midway Shopping em Natal. Pode também adquiri-lo diretamente com o autor, no endereço  jairojosino@hotmail.com

Nota do Editor: Como inúmeros viventes em AB, vim ao mundo pelas mão de Ana Josino, mãe de Jairo. Tia Ana, como a chamávamos em família, era prima-irmã de minha vó (Carlos Alberto).


Faz um bom tempo que recebi esses dois livros de José Francisco Ferreira, mas a roda-viva da minha atividade profissional me levou a esquecer de colocá-los aqui. O volume 1 foi publicado em 1997 e o 2 em 1999. Os dois volumes merecem ser apreciados e mereceria aqui uma boa resenha, mas estou passando por fase de sofrimento pessoal que me deixa a inspiração longe, muito longe de mim. (Carlos Alberto)

Os dois livros abaixo foram publicados pela Editora Sarau da Letras (contatos: clauderarcanjo@gmail.com e davidmleite@hotmail.com).


capaChicoNecoCarteiro_2012

Becos, ruas e esquinas, de Francisco Rodrigues da Costa

capaJoseNicodemos_2012

Rastros nas Areias Brancas, de José Nicodemos

 

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