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Caros leitores, pesquisadores, memorialistas e colaboradores que visitam e promovem o blogue “Era uma vez em Areia Branca”,

sou Gibran Araújo, areia-branquense há mais de um século, com inexperientes 23 anos de idade. Apesar de eu ser estudante de Engenharia de Energia da UFERSA – Universidade Federal Rural do Semi-Árido, antiga ESAM, eu gosto sobretudo de ler, pesquisar, conversar e escrever sobre a história, a fotografia e a genealogia de Areia Branca. Despretensiosamente, um dia quero ser engenheiro assim como o grande sertanista Euclides da Cunha era, e ainda assim gostar de história e de escrever como ele gostava.

É com muito prazer que aceito o convite para publicar os meus trabalhos literários neste espaço que há muito tempo tem sido um recanto, um recurso, uma fonte infinita e inesgotável para minhas pesquisas e compilações de informações de Areia Branca.

Este blogue já me proporcionou muitas coisas boas, inclusive um grande orgulho pela minha terrinha, com o que conta os escritos de Marcelo Dutra, de Othon Souza, de Evaldo Alves de Oliveira, de Francisco Rodrigues da Costa, de Antonio José de Góis, de Antonio Fernando Miranda, de Carlos Alberto dos Santos e de tantos outros, inclusive os escritos de rodapé dos comentaristas, alguns até anônimos, e os registros visuais dos fotógrafos, como o saudoso Antonio do Vale Souza, este sim foi, e ainda tem sido, o nosso recurso mais utilizado desde sempre. Suas contribuições são inefáveis.

Caro primo terceiro, Dr. Carlos Alberto, muito obrigado pelo convite, e principalmente pela atenção e estima com que tem recebido e prontamente respondido às minhas correspondências. Somos primos terceiros, pois meu bisavô Manoel Pedro de Araújo, conhecido, por causa de seu ofício, como Manoel Ferreiro, era irmão de sua bisavó Maria Engrácia, casada com Pedro Ferreira de Medeiros. Assim, temos em comum o casal de trisavôs, ou terceiros avós, João Pedro e Engrácia, que apesar de serem primos, receberam a dispensa de consangüinidade e se casaram no dia 25 de novembro de 1869 na Fazenda Amparo, por onde moraram e deixaram descendência. Na época essa fazenda se situava no território do município de Caicó, hoje o território pertence ao município de Jardim de Piranhas.

Já que infelizmente não vivi os Anos de Ouro da portuária Areia Branca, e ainda sou de tenra idade, portanto não tenho memórias de outrora por assim dizer, aproveitarei este espaço concedido neste blogue não para memorialismos, mas sim para publicar aperiodicamente artigos e crônicas que versam, principalmente, sobre a história e a genealogia areia-branquenses. Há ótimos livros publicados sobre Areia Branca nas bibliotecas, nas livrarias.

Há tempo, pesquiso e compilo informações e obras que tratam de nosso município e região. Ultimamente com a perda de ilustres e queridos escritores de nossa terra, como José Jaime Rolim, Antônio Silvério e mais recentemente Deífilo Gurgel, eu me vi obrigado a transformar uma pesquisa inicialmente particular em algo público, modestamente tentando manter acesa essa chama do amor pelos escritos de Areia Branca que não pode se apagar jamais. Foi uma conseqüência, não uma escolha. De qualquer modo não pude me acovardar. E agradeço sempre por ter tido tais grandiosas oportunidades. Hoje me orgulho ao saber que, por exemplo, uma professora do ensino infanto-juvenil das escolas públicas utiliza, para dar aula sobre Areia Branca, os meus textos publicados em O PIRATA – Jornal Cultural da Ilha da Maritacaca, onde disponho de uma página para tratar da história local. Eu me sinto bem em poder contribuir indiretamente para a formação da opinião crítica dos jovens areia-branquenses. Me sinto como alguém vivo na sociedade, podendo contribuir minimamente para sua melhoria, e para o reconhecimento e o engrandecimento das virtudes de Areia Branca, mas é claro que sem bairrismo exacerbado.

Até mais.
Muito obrigado pela atenção.
Até a próxima publicação.

 

 

O autor Gibran Araújo é membro da Academia Apodiense de Letras – AAPOL, eleito como sócio correspondente pelos imortais por seus relevantes serviços prestados à genealogia potiguar.

Os meios de comunicação de massa costumam fazer retrospectivas nas edições de final de ano. Com mais de 77 mil visitas desde que foi criado, em novembro de 2008, este blogue, mesmo dirigido a uma comunidade muito específica, não deixa de ser um meio de comunicação de massa. Então, vamos a uma retrospectiva histórica. Mas, com apenas dois anos já é tempo de fazer uma retrospectiva histórica? É sim! Mas, não é a escala temporal que justifica a retrospectiva, é a densidade de conteúdo e a profunda e intensa atmosfera emocional que tomou conta do blogue. Uma atmosfera cheia de sentimentos de amizade e alegria pelo reencontro de velhos amigos e pela descoberta daqueles que, em tempos idos circularam nos mesmos espaços, e quase simultaneamente, e não se fizeram conhecidos, pelo menos com a intensidade que a memória não desvanecesse.

A frieza da estatística (242 artigos e 1.484 comentários) nem de longe retrata a carga emocional desses encontros e reencontros proporcionados por este espaço virtual, que nasceu de uma troca de mensagens eletrônicas com Marcelo Dutra. Não consigo reproduzir a ordem dos eventos. Sei que visitei o blogue da sua irmã, Márcia, onde li um extraordinário texto sobre seu pai, o doutor Vicente e visitei o blogue de Marcelo, onde li um texto sobre Dona Ritinha e Doutor Gentil, que não consigo mais localizar. Sei que coloquei um comentário perguntando se eles eram filhos do doutor Vicente, de Areia Branca. A troca de mensagens veio depois da resposta de Marcelo, exatamente no dia 6 de novembro de 2008, e no dia 28 resolvemos criar o “Era uma vez em Areia Branca”, noticiado no seu blogue e no meu.

Os dois primeiros textos foram A memória é curta e turva, uma crônica que eu havia publicado no jornal Primeira Mão, editado por Luciano Oliveira em 1998, e Saudades de dona Ritinha, o texto que originou meu contato com Marcelo.

Quando o blogue completou dois meses, Marcelo publicou um texto do seu irmão mais velho, Marconi, sobre a escola de Dona Julita. Foi o primeiro sucesso em termos de comentários. Entre os que ali se manifestaram cabe destacar a entrada triunfal de Dodora, para fazer jus ao título de Menina do Pastoril que recentemente lhe atribuiu Chico de Neco Carteiro, em seu magnífico livro Caminhos de Recordações. Os comentários de Dodora nos sensibilizaram de tal maneira que resolvemos transformá-lo em crônica. Desde então essa menina sapeca de 72 anos tem sido presença constante, agradável e indispensável em todos os cantinhos desse blogue.

Não menos triunfal foi a entrada de Antônio Fernando Miranda, poucos dias depois do início do blogue. Ao comentar um texto de Marcelo, Miranda, um menino da idade de Dodora, mostrou ao que vinha. Juntamente com Antônio José, é a nossa reserva memorial. Quando nossas capacidades se esgotam é aos dois que recorremos.

Othon Souza, nosso profícuo colaborador, manifestou-se pela primeira vez, fevereiro de 2009, com um comentário. No dia 3 de março daquele ano publicou sua primeira crônica.

Depois de entrar em contato para agradecer a referência que fizemos ao seu livro Reaprendendo a Brincar, Evaldo Oliveira, ou Evaldo de Zé Silvino, como era conhecido nos tempos que traquinava ali entre as ruas da frente e do meio, passou a disputar com Othon a posição de mais profícuo e comentado colaborador do blogue. Sua primeira crônica foi publicada em novembro de 2009.

Depois vieram os ilustres e bissextos colaboradores: Chico de Neco Carteiro e Marco Juno. Faço esta provocação deselegante com a esperança de que se encham de brios e nos brindem com seus maravilhosos textos em frequência capaz de mitigar nossa sede cultural. O “bissexto” aqui corresponde àquele traço que riscávamos entre dois meninos para incentivá-los a uma disputa física.

Nota do editor: Mais uma pérola da lavra do nosso Doutor Honoris Causa, Toinho para os íntimos, Miranda quando a formalidade se impõe e Antonio Fernando Miranda como consta na certidão de nascimento. Com uma impressionante memória e o rigor de um historiador, Miranda sempre nos brinda com textos admiráveis. Mesmo quando não é sua intenção, algo mais interessante ainda sai das suas prospecções. No presente texto, me chamou atenção a denominação Tribunal Regional da Justiça Eleitoral, que ele usou em vez de Tribunal Regional Eleitoral. Fiz uma busca no Google. Não encontrei nada esclarecedor no sítio do TRE-RN (http://www.tre-rn.gov.br/), mas achei esse blogue (http://blogdajullyetth-justicaeleitoral.blogspot.com/2009/11/tribunal-regional-eleitoral-rn.html), com vasto material sobre o TRE-RN, sugerindo que a denominação sempre fora TRE. Para completar a confusão, lá não consta que o desembargador Manoel Benício de Mello Filho teria sido Juiz do TRE. Mas, a precisão de Miranda é mais precisa, com o perdão do trocadilho infame. A denominação está no Diploma do nosso Deputado Classista, e lá também consta: “presente o desembargador Manoel Benicio de Mello Filho, Juiz do mesmo Tribunal”. Esclarecida essa questão, que para alguns pode ser uma filigrana, mas para outros é uma preciosidade histórica, sobretudo para a autora do blogue acima, com a palavra o nosso memorialista.

O Populismo, estilo político implantado no país na Era Vargas (1930 – 1945), teve como um dos seus resultados a Constituição de 1934, inspirada na Constituição democrática de Weimar (Alemanha), e promulgada com as seguintes características: federalismo, eleições diretas e secretas (a partir de 1938), voto feminino, representação classista no Congresso, e leis sociais (salário mínimo, e legalização dos sindicatos).

Nas Assembléias legislativas estaduais, e nas cidades em que havia sindicatos organizados, cada um escolhia seus representes, que se tornavam delegados-eleitores, e posteriormente os mesmos iam até o Tribunal Regional de Justiça Eleitoral em Natal, onde seria realizada a eleição para escolha do deputado que representaria os patrões e os empregados, isto é, os chamados “deputados classistas”, ou “de classes”. Pedro Felipe Sobrinho foi escolhido delegado-eleitor pelo Sindicato Nacional dos Contramestres, Marinheiros, Moços e Remadores em Transporte Marítimo. Este sindicato, fundado em 23 de outubro de 1904, com sede no Rio de Janeiro e delegacias em vários portos brasileiros, tem a história da sua fundação em Areia Branca parcialmente desconhecida por força da repressão da “redentora”.

O Sindicato dos Estivadores de Areia Branca escolheu como delegado-eleitor o senhor José Amaro de Souza. Houve um terceiro delegado-eleitor que foi o senhor Amaro Pedrosa de Andrade, mas não sabemos qual sindicato ele representou. Pelo sindicato dos patrões, foi escolhido o senhor Francisco Sólon Sobrinho, que posteriormente continuou na vida pública como Deputado Estadual eleito pelo voto popular por três legislaturas.

Em 9 de junho de 1936, às 11 horas da manhã, teve início no Tribunal Regional da Justiça Eleitoral (ver nota do editor, no início do texto) a sessão para eleição de Deputado Classista, sob a presidência do Desembargador Manoel Benício de Mello Filho, Juiz do TRJE. Também presente o senhor Helcias José Rangel funcionário da respectiva Secretaria, que foi designado por sorteio para presidir a eleição de Deputado que na Assembléia Legislativa do Estado, tinha de representar a classe dos empregados.

Ao iniciar os trabalhos foram convidados para auxiliar nos mesmos, os senhores José Amaro de Souza e Pedro Felipe Sobrinho ambos delegados-eleitores das respectivas classes. O senhor Pedro Felipe, foi designado para fazer a chamada dos delegados-eleitores, entregando aos mesmos, após identificação por meio do titulo com fotografia, uma sobrecarta devidamente rubricada, quando então se dirigiam para o gabinete indevassável, e ao voltarem, mostravam a sobrecarta rubricada, e colocavam a mesma na urna.

Às 15 horas a votação foi encerrada, procedendo-se em seguida a apuração que apresentou o seguinte resultado: para deputado estadual, Pedro Felipe Sobrinho, dois votos Amaro Pedrosa de Andrade um voto. Para suplente de deputado estadual, José Amaro de Souza, dois votos e Pedro Felipe Sobrinho um voto. Estes dados foram colhidos do diploma conferido ao Deputado Pedro Felipe Sobrinho, eleito pelo Grupo dos Empregados.

Esta eleição foi referente à 6ª. Legislatura, no período de 1935 a 1939, conforme um pedido de informação, enviado ao presidente da Assembléia Legislativa de Natal, cuja resposta veio no oficio número 0921/01, do Gabinete da Presidência da referida Assembléia Legislativa, e assinado pelo senhor Carlos Alberto de F. Pereira Secretário Legislativo.

Pedro Felipe Sobrinho nasceu no porto de Santo Antonio (Mossoró), em 28/04/1901. Aos 18 anos veio residir em Areia Branca, na casa de seu cunhado Felinto Azevedo. Aos 21 anos ingressou na marinha mercante como moço de convés. Em 20/06/1933, foi promovido a marinheiro, e em 24/08/1934, após concurso na Capitania dos Portos em Natal, obteve a carta de Mestre Arrais, passando a exercer esta função na barcaça Santa Cecília, da Wilson & Sons e Cia Ltda, firma inglesa que durante muito tempo operou no porto de Areia Branca, onde se aposentou em 06/08/1951. Muito embora tenha obtido a carta de Mestre de Pequena Cabotagem (hoje Mestre de Cabotagem), preferiu continuar exercendo a função de Arrais. Por ter feito inúmeras viagens em zona considerada de risco (zona de guerra), recebeu o diploma e medalha de ex-combatente, passando a receber o soldo de segundo tenente pago pela Marinha de Guerra. Faleceu em 01/02/1959 no Hospital de Mossoró, sendo seu corpo enterrado no Cemitério São Sebastião em Areia Branca.

Registro da doação do Diploma de Deputado Classista e da carteira parlementar de Pedro Felipe Sobrinho,  ao Casa Museu Máximo Rebouças.

Os militares costumavam denominá-la Revolução de 1964. Homens e mulheres de esquerda jamais tiveram dúvidas: foi um golpe militar, contra a revolução socialista em curso. O pessoal do Pasquim logo apelidou de “A Redentora”.
Eu fazia o ginasial no Marista de Natal, e o máximo do meu envolvimento político foi uma ou outra participação em aulas do projeto “De pé no chão também se aprende a ler”, do saudoso Djalma Maranhão, que alguns Irmãos Maristas apoiavam fervorosamente. No colégio tínhamos muitos amigos envolvidos, sobretudo por intermédio da JEC.

Registrado na minha memória, Areia Branca tinha apenas três participações ativas no movimento de enfrentamento do golpe militar. Sabemos hoje que foram muito mais do que isso, mas ficarei apenas com meu registro. Da geraçãoivaldocaetanomonteiro anterior à minha, sabíamos de Manuzinho, que quando foi para Natal passou a ser conhecido como Manu, e que teve participação na política sindical e partidária a partir dos anos 1970. Seu colega de ideologia, Ivaldo Caetano também teve participação destacada no movimento estudantil. Se não me falha a memória foi presidente da Casa de Estudantes de Natal, um verdadeiro barril de pólvoras da esquerda estudantil.

Achei esta foto de Ivaldo, no portal da Procuradoria Geral do Estado de Mato Grosso.

Da minha geração tem a inesquecível Izolda Fernandes, filha de Dr. Gentil. Que foi presa em uma manifestação política na frenta da ETFRN, nos anos 1970. Exilou-se aqui e acolá, e acabou casando em Cuba.

Por via dos contatos estabelecidos nesse blog, tomei conhecimento da participação do nosso Grão-Consultor, Antônio Fernando Miranda. Leia seu pungente depoimento.

miranda_paletoAntônio Fernando Miranda está beirando os 72 anos. Tem uma memória extraordinária e uma inigualável disposição para refrescar a memória dos outros. O conheci depois que ele entrou no blog para corrigir a legenda de uma fotografia, na qual colocamos Brás Benedito em vez de Brás Pereira de Araújo. A partir dali ficamos amigos cibernéticos. Sua colaboração tem sido valiosa para o enriquecimento das informações históricas deste blog.

É filho de Pedro Felipe Sobrinho, o primeiro e único deputado classista de Areia Branca. Foi Delegado do Sindicato dos Marinheiros em Areia Branca até 1964, quando mudou-se para o Rio de Janeiro. Lá, embarcou no Lloyd Brasileiro, em função do que conheceu 77 países e 127 cidades do exterior.

No final dos anos 50 e início dos 60 estivemos rondando os mesmos espaços físicos sem nos conhecermos. Do meu croqui_miranda1nascimento até a idade de 5-6 anos, morei numa casa ao lado da casa de Zé Tavernard (círculo 1 no croqui). Nessa época, o adolescente Miranda trabalhava na carpintaria que ficava nos fundos da casa de Tavernard. Eu, muito criança, costumava ir para a carpintaria admirar a habilidade de Antônio de seu Cosme. Quando não estava nos fundos da casa admirando a maestria desse fantástico artesão, eu ficava na frente da casa admirando a beleza das filhas de Tavernard.

 Por volta de 1955 fomos morar na Silva Jardim (círculo 2), esquina com a rua Joaquim Nogueira. Nesta rua Miranda foi vizinho de Toinho do Foto e da minha tia Geraldinha (círculo 3), em cuja casa eu ia diariamente, sem tomar conhecimento da sua existência.

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Posse como delegado do Sindicato dos Marinheiros, em 1962.

1 – Dr. Gentil / 2 – Pe. Ismard / 3 – Chicão (membro da comissão do Sindicato de Macau) / atrás da bandeira, sem numero – Raimundo de Bagaé secretário do Sindicato. (Raimundo Batista de Souza). / 4 – Nilo Machado, Delegado substituido. / 5 – membro da comissao de Macau / 6 – Miranda, atento ao discurso de Pe. Ismar / 7 – Zacarias Francisco Rodrigues, Delegado do Sindicato de Macau. Por traz de Zacarias, Faustino presidente do Sindicato dos Salineiros. / 8 – Zé Tavernard / 9 – Brandinho (Hildebrando Soares de Amorim. / 10 – Dandinho quixabeira (Raimundo Nonato de Oliveira). / 11 – Pascoal Fonseca de Souza / 12 – Luiz Gomes.

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Festa de N.S. dos Navegantes, 1962. Num caso raro, nosso Doutor Honoris Causa não conseguiu identificar as pessoas indicadas com os números 1, 2, 4 e 6. Quem se habilita?

3 – João Quixabeira (calafate) / 5 – Abdias (marinheiro) / 7 – Maninho de Luiz Mariano (à direita da sua mãe) / 8 – Luiz da Costa Nepomuceno (Luiz Mariano), irmão de Raimundo Nepomuceno (Raimundo de Chiquita do Carmo), presidente do Sindicato dos Carpinteiros / 9 – Antônio Fernando Miranda.

Nosso homem em outras paragens:

Londres

londres

Madagascar

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No mar, esfolando um tubarão de 2 metros.

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